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09/11/16

Compre na Amazon com boleto e transferência usando a ContaSuper!

Todo mundo sabe que a Amazon aceita apenas pagamento via cartão, o que é um horror para nós leitores compulsivos que temos um Kindle mas não queremos nos arriscar usando um cartão tradicional que tem muitas chances de nos deixar cheios de dívidas 😔. Hoje, porém, falarei sobre uma opção que deu super certo para mim: o cartão pré-pago internacional da ContaSuper, da bandeira MasterCard, que nos permite pagar com boletos e transferências; ele tem as menores taxas entre os cartões pré-pagos e pode ser adquirido até mesmo se seu nome estiver sujo!

Antes de tudo, quero avisar que esta postagem não é um tutorial. Apresentarei o serviço, darei algumas dicas importantes, contudo, se vocês tiverem qualquer dúvida, entrem em contato com eles pelo atendimento ou pela página do Facebook. Ainda sou uma usuária nova, então não posso me atrever a responder muitas coisas... hehe.

Como funciona:

Para começar a usar basta fazer o cadastro no site da ContaSuper ou nos seus aplicativos e fazer sua primeira recarga. Assim que o dinheiro estiver na sua conta, já é possível começar a comprar com o Cartão Virtual e não é necessário pagar nenhuma taxa para que o cartão físico seja enviado para sua casa (sim, todo mundo ganha um cartão físico, em qualquer um dos planos).
O mecanismo é bem parecido com o de um celular pré-pago: você recarrega a sua conta com R$20,00 ou mais (e sempre em um valor múltiplo de 10) por boleto bancário ou transferência,. Será descontado, mais tarde, R$5,90 da sua mensalidade (o valor depende do plano que você escolher, esse é o preço do mais barato) e a partir de então você já pode usufruir da sua conta do jeito que quiser!

Ele dá certo mesmo?

03/08/16

Livro - "Samurais x Ninjas"

Todos nós já entramos em contato com a cultura japonesa de alguma forma, nem que seja com um anime que vimos na televisão, aqueles famosos desenhos animados japoneses. A pessoa aqui interage com este mundo desde pequena, quando via Sailor Moon e Cavaleiros do Zodíaco na extinta Manchete (e depois assisti a outros animes também). Confesso que deixei meu lado "otaku" adormecido por muito tempo, mas depois de experimentar os contos do livro sobre o qual falarei hoje, posso dizer que essa paixão voltou à ativa! Ganhei de presente um exemplar físico do livro sobre o qual falarei neste post do meu parceiro André S. Silva, que possui um conto neste livro, e não poderia ter amado mais a leitura! Resumidamente, contarei um pouco sobre a minha experiência.

Antes de tudo, porém, preciso dar dois avisos rápidos. O primeiro é que o blog DSA anda um pouco parado, mas que estou voltando aos poucos e, de uma forma ou de outra, estou aceitando parcerias com autores desde que não tenham prazo definido para a publicação da minha postagem (já que a leitura acontece de forma offline). Para quem não sabe, aceito ebooks também (principalmente Mobo e Epub, mas posso converter PDF também, se não tiver escolha).
O segundo aviso é que, caso você tenha interesse em conhecer os meus livros, não se importe de ler e-books e esteja disposto a ajudar na divulgação, basta entrar em contato comigo que eu enviarei um e-book gratuitamente. Mesmo que você não tenha blog, aceito também divulgações em redes sociais e resenhas no Skoob, Goodreads e/ou Amazon.

Agora vamos logo conhecer o livro de hoje, não deixe de acompanhar a postagem até o final, garanto que você vai se encantar!

Samurais x Ninjas, diversos autores:

O que mais me chamou a atenção nesta antologia foi a variedade de temas e estilos, que vão desde o clássico, passando pelo pop e chegando até mesmo em uma deliciosa ficção científica. "Mas, Sheila, eu não sei muita coisa sobre a cultura japonesa, será que vou ficar perdido?" Claro que não, alado meu, muitos dos contos possuem explicações sobre os termos que não são facilmente presumidos e até mesmo notas de rodapé. A diagramação também é outra atração, posso afirmar que a qualidade realmente justifica o preço do volume.
Primeiro começarei falando sobre o conto do André (que, na verdade, é o nono) porque ele foi quem me deu a oportunidade de conhecer o livro, depois comentarei resumidamente sobre cada história para dar a vocês um gostinho do que essas páginas contêm!
O Fantasma Zonguanês, André S. Silva: como sempre, o André conseguiu me surpreender com mais um universo fantástico envolvente. A princípio, tive um pouco de dificuldade para entender a mistura de culturas presente no conto, mas poucos parágrafos depois já me sentia lá dentro, como se estivesse interagindo com os personagens. O Fantasma chamou bastante a minha atenção como um personagem misterioso, e a cena do confronto no ferro velho fez com que eu ficasse praticamente grudada nas páginas. Não preciso repetir que sou fã das obras do André, este conto veio provar que ele é mesmo um escritor de qualidade.

Dô-maru, Eduardo Kasse: este é o conto mais tradicional de todos, ambientado em um Japão feudal, a história é mais próxima da realidade, como se fossem as memórias de alguém que realmente viveu naquele tempo. Embora eu seja mais fã de enredos fantásticos, gostei bastante do valor cultural desse conto, aprendi várias coisas que ainda não sabia. O desfecho parte um pouco o coração do leitor, mas tenho que admitir que contribuiu bastante com a beleza da história.

Canção do Corvo, Aya Imaeda: quem me acompanha no Facebook já viu o quanto eu gostei deste conto, tanto que fiz uma fan art especial (desculpa, eu disse que faria de outros contos também, mas ainda não tive inspiração, erro meu). Simplesmente me apaixonei pela personagem Han'you, ela tem o tipo de personalidade que eu gosto, isso sem contar que o conto tem uma dose bem legal de fantasia com os youkais e um mistério interessante que surpreende a todos no final (um final bem fofo, diga-se de passagem).

Inexpressivo, Bruno Magno Alves: gostei bastante da poética desse conto, que tem como diferencial que o protagonista ninja se dirige à sua vítima, apresentando ao leitor um cenário que vai crescendo de acordo com as indagações do narrador. Neste caso, há um toque bem legal de ficção científica, o que me agrada muito. Uma das coisas que mais me chamou atenção foi a "realidade aumentada", coisa que hoje em dia me faz pensar muito em "Sword Art Online" (na época ainda não conhecia SAO... hehe).

A Sombra na Cerejeira, Alexandre Heredia: de uma forma bastante corajosa, esse conto começa de forma que nós não entendemos muito como ele foi parar numa antologia chamada "Samurais x Ninjas". Depois de acompanhá-lo um pouco mais percebemos que o que o autor quis, na verdade, era mostrar a cultura samurai que atravessa gerações até um futuro remoto. Dou destaque ao desfecho bastante sugestivo que, apesar de simples, nos faz filosofar bastante sobre a natureza humana.

Gaijin, Roberta Grassi: nesta história a relação mestre-aprendiz é abordada de forma acentuada, porém, em vez de cair nos clichês temos uma reviravolta surpreendente no final que faz com que todos pensem sobre lealdade e até onde é válido mantê-la. Enquanto lia, pensei que a abordagem do "seppuku" tinha a ver apenas com o enriquecimento de informações mas... bem, vocês vão ter que ler para entender e gostar tanto quanto eu gostei.

Filha da Neve e os sete ninjas, Ana Lúcia Merege: lembra que há um tempo falei sobre o audiobook "Doctor Who: Time Lord Fairy Tales"? Pois é, este conto tem uma ideia parecida, como uma releitura de um conto de fadas tradicional, só que em vez de ser ambientado no universo de Doctor Who, "Filha da Neve e os sete ninjas" tem todo um sabor oriental, como já dá para perceber desde o título. E o enredo é bastante satírico, senti como se eu estivesse assistindo a um daqueles animes bem exagerados mesmo, tenho que salientar que ri de verdade em algumas passagens. E, claro, o "felizes para sempre" é bem mais ousado que as histórias tradicionais, quem espera um grande romance vai se decepcionar (e eu prefiro assim mesmo, óbvio).

A busca pela imortalidade, Ágatha Yukari: mais um conto que surpreende por sua natureza fantástica, a autora nos traz um pouco sobre os deuses da mitologia chinesa e japonesa. Através de uma aventura épica nós acabamos refletindo sobre as consequências que é preciso enfrentar quando se almeja um grande poder, neste caso, a imortalidade. Fiquei com vontade de ter lido sobre a jornada completa dos protagonistas mas, infelizmente, por causa do tamanho do conto apenas acompanhamos os fatos principais.

Cedo, Jessica Borges: o que você faria se pudesse ver a sua própria morte, e ela fosse um ser que fala e interage com a sua vida? Ficou curioso com essa possibilidade? Eu também me empolguei bastante com a proposta deste conto, queria muito poder acompanhar outras obras que se ambientassem no mesmo universo. O mistério da trama é bem envolvente, isso sem contar do clima mais sombrio que as "mortes" acrescentam. Mas o que me encantou mesmo foi a interação entre o Kato e a Lúcia, ambos personagens bem construídos que me cativaram desde cedo... sem trocadilhos! Hehehe...

24/06/16

Livro - Instituição para Jovens Prodígios - A Seleção (Edição Kindle)

Aos pouquinhos vamos voltamos, alados meus, porque ainda temos muitos livros para mostrar a vocês! Hoje falarei sobre uma leitura que há um tempão comecei a experimentar no aplicativo do Kindle e não consegui ir em frente na época. Hoje em dia, já com o meu Kindle a todo vapor, retomei a história e contarei a vocês tudo que senti enquanto desfrutava o enredo. Estão curiosos para conhecer mais esta obra nacional? Não deixem de ler até o fim!

Instituição para Jovens Prodígios - A Seleção, L. L. Alves:

Na época em que comecei a leitura de "Instituição para Jovens Prodígios", há um tempo, me senti desestimulada a prosseguir justamente por causa do começo do enredo, no qual há uma certa demora para alguma coisa acontecer de fato. Um ano depois, agora já com o meu Kindle, retomei essa leitura para descobrir o que ela tem a oferecer. Demorei também um pouco para elaborar essa resenha porque, justamente por causa do que senti durante a leitura, estava com dificuldades de colocar os meus pensamentos em ordem para ser mais justa na hora de listar os pontos positivos e negativos, espero que vocês entendam o meu ponto de vista.
A história foca na vida de Lara Müller, uma garota que foi criada na periferia do Rio de Janeiro. Ela se esforça bastante para mudar sua realidade e conseguir um bom futuro e, apesar de enfrentar grandes dificuldades financeiras, resolve partir para a Inglaterra para aproveitar uma oportunidade acadêmica única. Só que o que ela não espera é que há muito muita coisa estranha rolando na Instituição para Jovens Prodígios, algo que vai além de matérias difíceis, professores estranhos e alunos pouco amigáveis.
Antes de tudo, preciso deixar claro que gostei muito da proposta do enredo, a ideia em si da Instituição e de tudo o que há oculto me instigaram de forma bastante positiva. Também acabei gostando de alguns dos personagens secundários, apesar de achar que eles mereciam um pouco mais de destaque na história como, por exemplo, talvez se a Lara começasse a interagir com a Irene desde o hotel teríamos trechos mais divertidos pelo caminho, o que deixaria essa parte da história mais leve.

11/05/16

Livro - "The Time Machine" (Edição em Inglês)

Gosta de ficção científica, mas nunca ouviu falar de H. G. Wells? Alado meu, acho melhor você começar a ler e pesquisar sobre as obras dele, ou devolva agora mesmo sua "carteirinha de nerd"! O livro sobre o qual falarei hoje foi publicado em 1895, e é um dos pioneiros em abordar o assunto viagem no tempo (daqui a pouco contarei como acabei descobrindo este livro). Você deve estar pensando "nossa, um livro antigo desses deve ser maçante e difícil de ler!" Alado meu, saiba desde já que é exatamente o contrário! Quer conferir minha opinião? Vamos lá!

The Time Machine, H. G. Wells:

Naturalmente, comecei a me interessar pelas obras de H.G. Wells depois de assistir a "Timelash" um dos arcos da era do Sexto Doutor, na vigésima segunda temporada clássica de Doctor Who (sobre o qual falarei daqui a pouco). Imediatamente depois de terminar o segundo episódio, pesquisei sobre H. G. Wells e sobre suas obras. Claro, "The Time Machine" foi o título que mais me chamou a atenção (vocês já devem ter adivinhado o porquê).
Apesar de ser escrito há tanto tempo, não é um livro com linguagem complicada demais (mesmo considerando o fato de que li em inglês) e a narrativa é bastante fluída. Numa primeira parte conhecemos o cientista que é apresentado simplesmente pelo título "Viajante do Tempo" (Time Traveller) através do ponto de vista de um dos homens que vieram à sua casa num encontro casual. Primeiro conhecemos o conceito em si da viagem no tempo e depois o Viajante do Tempo mostra a Máquina do Tempo em si. Esse primeiro pedaço pode não ser muito empolgante, mas não deixa de trazer uma reflexão interessantíssima sobre a possibilidade de uma pessoa se deslocar para o passado e o futuro.
There is no difference between Time and any of the three dimensions of Space except that our consciousness moves along it.
Depois deste primeiro encontro, nosso narrador retorna à casa do Viajante do Tempo, que revela ter usado a própria máquina para conhecer o futuro da humanidade. A partir de então, a história passa a ser a descrição das memórias do cientista nessa peculiar jornada. Através do contato do Viajante do Tempo com as duas raças que povoarão o planeta Terra do futuro — os pacíficos e morosos Elói e os sombrios e misteriosos Morlocks —, nos é apresentada as teorias sociológicas do autor, principalmente no que se refere à evolução da Classe Alta e da massa trabalhadora. Embora isso pareça ser maçante, na verdade no livro acaba se tornando uma tarefa agradável, porque você vai descobrindo as coisas no mesmo ritmo em que o protagonista vai explorando o desconhecido, e acaba sendo movido pela simples curiosidade de saber como as peças do quebra-cabeça se encaixarão.
Nature never appeals to intelligence until habit and instinct are useless. There is no intelligence where there is no change and no need of change.

11/04/16

Livro - Inkspell (Inkheart #2, Edição em Inglês)

Continuando a trazer minha opinião sobre os livros que li há pouco tempo, alados meus, no começo do ano tive uma "crise de leitura", estava meio desanimada com as obras que estava lendo e enfrentando uma fase chata na minha vida, portanto, resolvi escolher um livro empolgante, que me animasse. Para isso, escolhi "Inkspell", o segundo livro da saga "Inkheart" (Coração de Tinta, em português)  da escritora Cornelia Funke, que é um dos meus mundos literários favoritos, e agora conterei como foi minha experiência de leitura.

Inkspell, Cornelia Funke:

 
Antes mesmo de começar a ler, tinha ouvido falar que esse era o volume menos empolgante da trilogia, portanto, minhas expectativas eram bem baixas. Porém, não cheguei a ficar entediada, gostei de vários trechos e amei a oportunidade de mergulhar no "Mundo de Tinta" e conhecer mais detalhes sobre "o livro dentro do livro". Digamos que é mais denso que "Coração de Tinta", tem mais sofrimento e dá a sensação de uma passagem de tempo mais "arrastada"; mas continua interessantíssimo, cheio de magia e com passagens tão bem escritas que chegam a tirar o fôlego.
Tudo começa (como sempre) com a famosa vontade do Dedo Empoeirado (gostei muito de ler em inglês, prefiro muito mais a sonoridade do nome "Dustfinger") de voltar para sua história. Para tanto, ele usa os dons de um jovem chamado Orpheus que pretensamente é um leitor mais profissional que Mortimer. Ele consegue atingir seu objetivo, mas apenas depois de já estar dentro das páginas, Orpheus revela sua parceria com o próprio Basta, que tem planos malignos em mente.
Para alertar Dedo Empoeirado, Farid decide segui-lo para dentro do livro, junto com Meggie, que se recusa a lê-lo para dentro de "Coração de Tinta" se ele não aceitar a sua companhia. Desde o começo do livro é possível notar um novo clima entre os dois, que só vai se intensificando a cada página.
Perhaps our fear won’t be so bad if we’re together.
Aliás, a personagem Meggie em si amadureceu bastante desde o primeiro volume. Aquele "Complexo de Édipo" que tanto me incomodou no livro anterior agora amainou bastante (principalmente com a presença de sua mãe Resa) e ela passa a ter decisões menos impulsivas no decorrer da narrativa. Ainda não é uma das minhas personagens favoritas da saga, mas pelo menos não está mais me irritando demais.
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