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24/05/13

Pequeno desabafo + Entrevista DSA com Wellington Oliveira

Alados amigos, hoje a postagem mais uma vez está mais do que especial! Teremos uma entrevista com mais um dos novos autores que estarão comigo na antologia "Amores Impossíveis" (aliás, está sendo um verdadeiro prazer conhecer cada um). Espero que vocês o prestigiem lendo até o final!
Antes de começar, entretanto, preciso falar uma coisa que esqueci de dizer no dia em que postei sobre o CLEC. Sabe aquele tipo de coisa que você está doida pra falar, mas quando senta em frente ao computador dá um "Nox" tremendo e você esquece de escrever? Pois é, esqueci completamente de acrescentar isso ao post. Mais uma vez é a vida tentando me ensinar a anotar as coisas que eu penso... Hehehe...
Ah, ainda não expliquei a vocês o que é uma antologia. Não é o "estudo das antas" não (como muitos podem pensar), até porque não tem nenhuma anta nesse livro! Antologia nada mais é do que uma coleção de textos curtos (poemas, contos ou pequenos romances) geralmente pulicados em um único volume. No meu dicionário, há também a seguinte definição: "coleção de trechos de bons autores". Bom saber que somos bons!

Pequeno desabafo:

Uma das coisas que mais tem me revoltado ultimamente são as poucas oportunidades que as editoras dão para novos escritores. Falarei sobre isso brevemente antes de seguir para o assunto principal de hoje. Vocês sabem que quando me alongo, me alongo pra valer, então "juro pelo rio Estige" que vou me conter.
Primeiro tem o fato que várias editoras não aceitam envios de originais. Isso é terrível! Eu sei que não é possível publicar todo mundo, de certa forma é preciso haver uma seleção, senão vira bagunça. Mas não receber nenhum original é demais! Como exemplo, citarei J. K. Rowling (e lá vai a Potterhead... Hehehe), ela teve o livro "Harry Potter e a Pedra Filosofal" recusado dezenas de vezes (e teve que escrever tudo de novo pois eram manuscritos, aliás). Aposto que as editoras, hoje em dia, estão se contorcendo de remorso! Tiveram a oportunidade de publicar um sucesso em escala mundial e jogaram tudo fora por não acreditar na obra de um escritor desconhecido...
Aí você pode pensar: "Poxa vida, Sheila, o que isso tem a ver conosco? Aqui no Brasil os livros não fazem o mínimo sucesso, os brasileiros mal leem! Isso nunca vai acontecer... um sucesso internacional... Duvido!". Eu respondo: quem lhe fez Deus para você estar dizendo que isso nunca vai acontecer? Os brasileiros estão começando sim a se livrar do preconceito à leitura, talvez ainda sejam esforços bem tímidos, entretanto, eles existem. Basta ver a quantidade de blogs literários que já existem no mundo virtual. E, principalmente, de adolescentes blogando sobre livros. Eu já vi um monte!
Em segundo lugar, são poucas as editoras que realizam iniciativas como o CLEC da Alcantis Editora. E quando eu digo poucas, são tão poucas que creio que dá pra contar nos dedos das mãos do Lula. Pensem bem: ao publicar um livro com textos de vários autores, ainda que desconhecidos, não significa várias pessoas divulgando o trabalho da editora? Mesmo não sendo a população do país inteiro comprando, ao menos os parentes de cada autor comprarão o livro em questão, o que já é bastante gente (aliás, se eu tivesse dinheiro, compraria uns cem exemplares de "Amores Impossíveis" para sair distribuindo por aí... Hehehe...)! Diga-me, é ou não é uma vantagem?
Então termino aqui meu pequeno desabafo (que, para os meus padrões, está pequeno sim) com um conselho: abram os olhos, editoras do meu Brasil! Imaginem como será se vocês perderem um futuro best-seller como... como... como o meu "bebê", o "Doce Sonho Alado"!!! (#TenhoQueMeValorizarOras!).

Pronto, falei! Agora interpretem como quiserem.

Entrevista DSA com Wellington Oliveira:

Quando comecei a tentar contatar os outros ganhadores do CLEC 2012, estava apenas querendo sanar a minha curiosidade de saber quem eram eles. Sério, quem lê o DSA desde que se chamava "Doce Sonho de Menina" sabe que não busco entrevistar pessoas famosas, gosto de priorizar aqueles que tem algum talento, que tem potencial, que podem dar respostas interessantes.
As entrevistas nunca foram um sucesso nas estatísticas daqui, não como as capas para Facebook ou como os tutoriais. Por isso, tive uma agradável surpresa com a entrevista da Francine; nunca tive uma que gerou tantos acessos quanto a dela (se bem que quase nenhum dos entrevistados anteriores realmente divulgou a postagem). Foram mais de 90 views no dia em que a publiquei, e continuou a gerar acessos ontem! Meus parabéns a ela, aliás!
Hoje conheceremos Wellington Oliveira. Pelo que andei lendo nas resenhas de "Equinócios de Amor" no Skoob (é, a curiosa aqui não se conteve), ele foi bastante elogiado pelo trabalho que realizou nos contos da primeira antologia. E elogios do tipo "ele humilhou os meros mortais". Nhá... não foi exatamente isso, estou sendo hiperbólica, mas foi quase.
Então, que tal conhecermos um pouquinho sobre ele? Posso adiantar que vale a pena ler suas respostas!

Perguntas:


DSA: Antes de tudo, queria parabenizá-lo por estar conosco no livro "Amores Impossíveis"! Como foi para você participar do CLEC? Escrever o conto foi uma tarefa fácil ou exigiu um certo esforço?
Wellington:
É mesmo um prazer para mim figurar no livro junto com todos esses autores incríveis. Bom, a verdade é que eu já participei da edição anterior do CLEC - a primeira - com três contos no livro que se chamou "Equinócios de amor". Escrever o conto que foi selecionado agora (de título "A frágil rosa de celulóide") foi uma experiência deliciosa e ao mesmo tempo sombria. Deliciosa porque é ambientado no mundo do cinema de Hollywood dos anos 50 e eu simplesmente sou louco por cinema (risos). Sombrio porque não é segredo para ninguém que me inspirei nos episódios mais obscuros da vida da problemática estrela Marilyn Monroe. Por tudo isso fiquei muito honrado e honestamente surpreso por ter o meu conto escolhido.

Comentário pessoal: assim ele nos deixa imensamente curiosos para ler o conto! Isso não se faz!

DSA: Agora conte-nos o que levou você a querer ser escritor. Foi um sonho de infância ou algo mais recente?
Wellington: Recordo claramente - e ainda tenho registrado em um dos meus antigos cadernos da 1ª Série - que comecei a escrever as primeiras estórias, construir as primeiras tramas quando eu tinha apenas seis anos de idade. Ficava irritado por querer escrever palavras mais complexas que eu já conhecia, mas não sabia como escrever ainda (risos). Então "porque" eu quis ser escritor, eu realmente não sei; mas o fato é que isso já é uma parte de mim desde muito cedo.

Comentário pessoal: uma pena que eu não tenha mais nada que escrevia quando criança! Se bem que meus primeiros textos foram quase plágios... Hehehe...
Realmente, às vezes quando somos criança vem essa agonia  de não achar as palavras adequadas ao que queremos escrever, coisa que só se resolve depois de grande experiência com a leitura e a escrita (e principalmente não deixando de conferir a definição de cada palavra nova que encontramos).

DSA: Agora uma pergunta mais descontraída: tem alguma situação inusitada ou curiosa que você já passou que gostaria de nos contar (pode ser a primeira que vier a sua mente)?
Wellington: Eu sou o "rei dos micos". Sinto de verdade como se eu atraísse essas situações constrangedoras. Olha, a primeira situação que me vem na cabeça é quando eu estava no parque de diversões "Terra Encantada" (extinto já. Né?) e saí daquele brinquedo "Corredeiras" que nos deixa inteiramente molhados. Saí com a calça jeans pesadíssima porque estava ensopada e eu não usava cinto. Daí ergui minha camisa para secar meu rosto, sem notar que minha calça já estava quase nos meus joelhos, revelando toda a minha cueca. Só percebi quando duas garotas passaram por mim e disseram entre elas "Você viu isso?" (risos nervosos).

Comentário pessoal: #MegaConstrangedor...

23/05/13

Tutorial - Como desenhar cabelos, parte 3

Enquanto eu fazia reformas nos tutoriais, encontrei um formato de cabelo que ainda não ensinei: o cabelo visto de costas! Como assim esqueci disso nas outras partes do tutorial?
Então, embora eu tenha prometido continuar o de desenhar mãos esta semana, vou fazer o de desenhar cabelos vistos da parte de trás. Até porque gosto mais de desenhar cabelos do que mãos. Espero que vocês gostem (afinal, sei que muitos preferem meus tutoriais de desenho, tenho provas escritas até).

Tutorial - Como desenhar cabelos, parte 3:

O que fazer quando precisamos desenhar uma pessoa de costas? Fazer uma pessoa de cabelo solto pode até ser simples, mas e quando resolvemos variar e desenhar com um coque, ou um rabo de cavalo, ou uma trança? Hoje vou ensinar alguns truques bem básicos. Não será nada profissional, eu nunca fiz curso de desenho, então já saiba desde então que será um tuto amador.
Lembrando que você também pode conferir como desenhar os cabelos vistos de frente pelos tutoriais anteriores. Para vê-los, clique aqui e aqui.

Lembrando que todo e qualquer desenho deve ter seu esboço feito a lápis. Apenas após terminar o desenho, faça a arte-final com esferográfica ou nanquim.

Cabelo visto de trás - solto:

Para começar, desenhe o formato da cabeça e os ombros, mais ou menos como no exemplo abaixo. Esses primeiros traços são fundamentais para que seu desenho tenha um formato proporcional.


 Depois desenhe o cabelo, cobrindo toda a extenção da cabeça e descendo até o comprimento desejado. Seu desenho ficará mais ou menos assim:


Por último, faça a arte-final, cobrindo os traços que fazem parte do desenho com esferográfica ou nanquim; depois apague as linhas à lápis. Abaixo está o scan do mesmo desenho dos passos anteriores, fiz a arte-final em nanquim (é só um rescunho, não caprichei muito, como dá pra notar).


Cabelo visto de trás - solto com prendedor:

Primeiro, faça o formato da cabeça e dos ombros. Depois escolha um ponto e desenhe o prendedor (como um laço ou uma borboleta, por exemplo) e faça alguns fios partindo dele, como no exemplo abaixo:


Depois faça um pequeno tufo de cabelo seguindo para baixo, que é a parte do cabelo que está presa pelo prendedor:


Agora, desenhe normalmente o resto do cabelo, seguindo até o comprimento que você preferir:


Por último, faça a arte-final. Ficará mais ou menos assim:


Cabelo visto de trás - coque:

Fazer um coque também não é muito difícil. Comece com o formato da cabeça e dos ombros, faça também um circulo pequeno no lugar onde você quer que o coque esteja, como no exemplo abaixo:


Depois, faça os fios do cabelo do coque. Para isso, escolha um ponto no centro do círculo menor e faça fios partindo deste mesmo lugar até o círculo, como vemos abaixo:


Fica parecendo uma bolinha de praia... Hehehe... Fiz os traços em nanquim sem querer, não faça o mesmo, heim!

22/05/13

Entrevista DSA com Francine Porfirio + O Último Olimpiano

Como vão vocês, alados amigos? Hoje a postagem está mais do que especial, primeiro conheceremos Francine Porfírio, uma das escritoras que estarão comigo no livro "Amores Impossíveis"; vale a pena ler a entrevista na íntegra!
Depois mostrarei minha opinião sobre o último livro da saga "Percy Jackson & Os Olimpianos", que acabei de ler ontem à noite. Como sempre, nada muito elaborado, só algumas humildes palavras...

Ah, também quero avisar que fiz um update no tutorial "Como registrar um livro no Escritório de Direitos Autorais": chegou minha certidão de registro (que emoção!), exatamente um mês depois de ir ao EDA. É só um papel, mas tudo que tenha a ver com o meu "bebê" é tão liiiiiindo! #ABoba.
Mas chega de prólogos, que a postagem comece!


Entrevista DSA com Francine Porfirio:

Eu sou curiosa, quem acompanha o DSA há mais tempo sabe bem disso. E minha curiosidade me obriga a não perder a oportunidade de conhecer pelo menos alguns dos outros autores dos contos que estarão no livro "Amores Impossíveis"; junto comigo, é claro.
Já consegui entrar em contato com dois deles, hoje conheceremos Francine Porfirio, que terá dois contos publicados na obra. Fiquei muito feliz com esta entrevista (na verdade com ambas as que recebi) pois gosto quando os entrevistados elaboram bem as respostas. Aliás, estava até um pouco chateada comigo mesma por só ter conseguido uma só no ano de 2013. Agora terei pelo menos três publicadas no DSA!!! Isso é bom, principalmente porque entrevistas também concorrem na minha premiação anual, que este ano terá novo nome e estrutura (já é a terceira vez que faço isso, abafa!).
Ao ler as entrevistas que recebi, fiquei pensando: "Puxa vida, será que eu sou a única nerd louca desta obra?". Eu não sei se rio ou se choro ao ler o meu conto. Vocês não sabem o quanto besta ele é... mas vamos deixar essa discussão para o dia em que eu tiver o livro em mãos.
Enquanto não podemos ler a obra, vamos conhecer uma das escritoras! Espero que gostem da entrevista:

Perguntas: 


DSA: Antes de tudo, quero parabenizá-la por estar conosco no livro "Amores Impossíveis"! Como foi para você participar do CLEC? Escrever o conto foi uma tarefa fácil ou exigiu um certo esforço?
Francine: Obrigada! Eu estou muito feliz por essa conquista! Especialmente porque por meio dela já tive o prazer de conhecer alguém como você, que compartilha o sonho de ser escritora. Esta é a segunda vez que participo do CLEC, e na primeira edição do concurso tive o prazer de ter meu primeiro conto oficial publicado na antologia "Equinócios de Amor". Agora, nesta segunda edição do CLEC, meu segundo e terceiro contos oficiais estarão na obra "Amores Impossíveis". Escrever sempre demanda dedicado esforço, mas confesso que a categoria romance vem ao encontro das minhas habilidades. Se fosse suspense ou terror, certamente teria maior dificuldade.

Comentário pessoal: vocês já sabem que no meu caso foi de encontro às minhas habilidades... Hehehe... Boa ideia para a próxima postagem sobre a Língua Portuguesa: a diferença entre "ao encontro" de e "de encontro a"! Também estou amando poder conhecer outros autores, é sempre uma experiência gratificante.

DSA: Agora conte-nos o que levou você a querer ser escritora. Foi um sonho de infância ou algo mais recente?
Francine: Desde pequena tive uma experiência bastante agradável com a leitura. Devo à minha mãe o prazer e o encantamento dos livros, porque ela sempre os estimou e isso foi estimulante para mim. Paralelamente, gostava de escrever poesias aleatórias – a maioria delas se perdeu com o tempo. Foi quando já estava com 17 anos que tive meu primeiro passo realmente escrevendo. Conheci as fanfictions, uma categoria de escrita diferente cuja terminologia significa: "ficção de fãs". Passei a ler fanfictions de autores virtuais e não demorou para começar a escrevê-las também. O melhor de escrever fanfictions é a interação! Sinto imensa gratidão pelos comentários que recebi dos leitores ao longo destes anos, porque me fizeram crescer como escritora e pessoa. Muitos deles são meus amigos hoje e também têm o sonho de produzirem seu próprio livro. Eles torcem por mim, assim como torço por eles. Portanto, Sheila, não posso dizer que ser escritora foi um sonho infantil, mas cresceu inocente e esperançoso como se fosse.

Comentário pessoal: li umas poucas fanfictions até hoje, realmente é um ramo bem interessante. Acredito que eu não conseguiria escrever uma, nunca tentei (mais por que gosto demais de inventar novos personagens do que por falta de habilidade).
O engraçado é que até agora não encontrei nenhum escritor que tenha dito que não é apaixonado pelo mundo da leitura e/ou da escrita desde pequeno...

DSA: Agora uma pergunta mais descontraída: tem alguma situação inusitada ou curiosa que você já passou que gostaria de nos contar (pode ser a primeira que vier a sua mente)?
Francine: Foi com a Juliane, minha melhor amiga. Eu a conheci na faculdade, cursamos Psicologia juntas. Eu estudava muito, lia todos os textos obrigatórios e também os complementares. Produzia a síntese do que lia, complementando com as explicações dos professores e com os grupos de estudo. Não raro, meus cadernos eram fotocopiados para os meus colegas. Eu não conhecia muito a Juliane e foi em uma prova em dupla que nós duas "sobramos". Ela se sentou ao meu lado e, tão natural quanto alheia ao meu consternamento, disse: "Eu não estudei nada. Você estudou?". Foi involuntário, mas logo julguei que aquela parceria não me ajudaria. O fato é que, durante a prova, a Juliane se revelou uma pessoa muito inteligente – uma das mais inteligentes que tive o prazer de conhecer. Ela não precisava ler todos os textos ou se esforçar para aprender. Ela debatia as respostas comigo como quem tivesse estudado como fiz. Fiquei muito envergonhada pelo que pensei dela e passei a admirá-la desde então. Quando nos formamos, recebi o primeiro lugar como melhor aluna e ela recebeu o segundo. Até hoje brinco que se ela estudasse como estudo, ninguém a superaria. Nem mesmo eu. Quando a vejo, penso que as pessoas sempre podem nos surpreender.

Opinião pessoal: fica a dica então: nunca devemos julgar as pessoas, em hipótese alguma. É difícil, é claro. O que não significa que não podemos estar sempre atentos e minimizar os julgamentos que possam acontecer.

DSA: Eu já declarei aqui no meu blog que sou maníaca por histórias, sejam elas quais forem. Conte para nós: de quais livros, séries e filmes você mais gosta? Se você de repente virasse um personagem fictício, em qual desses "mundos" gostaria de estar?
Francine: Meu livro permanentemente favorito é "O Pequeno Príncipe", de Saint-Exupéry. É como um código de ética pessoal; e quando o releio, encontro novas interpretações que não flagrei antes. Recomendo para qualquer pessoa. Sou fã de distopias! No momento, a que mais me agrada é a trilogia "Matched", de Ally Condie. Estou no aguardo (e ansiosa) por "Conquista", o terceiro e último volume. Comparada às outras séries distópicas, as pessoas tendem a não colocá-la como preferida, mas gosto da história e de como a protagonista Cassia passa a reconhecer o valor de realizar as próprias escolhas, ainda que a levem para longe de uma vida cômoda. Na categoria sobrenatural, minha série de livros favorita é "Night Huntress", da Jeaniene Frost. Se virasse um personagem fictício, gostaria de fazer parte deste universo sombrio que a autora criou. A sociedade vampírica que a Frost desenvolveu é muito interessante! Quanto a filmes, não sou muito crítica, mas geralmente gosto quando equilibram vários gêneros ao mesmo tempo: romance, ação, comédia, aventura... Por exemplo, gosto de A Múmia, Esquadrão Classe A, 3 Ladrões e 1 Bebê – sou fã do Jackie Chan.

Comentário pessoal: nem me fale de "O Pequeno Príncipe". Realmente é maravilhosamente lindo, tem lições a cada página, também recomendo. Só tenho trauma de histórias assim, que tem um fim "trágico", embora nesse caso não tenha sido trágico de fato...

DSA: Conte-me uma coisa sobre você que você nunca contou no mundo virtual.
Francine: Eu posso parecer completamente centrada e realista (muitas vezes me esforço para isso), mas a verdade é que por dentro – durante a maior parte do tempo – sou uma idealista incorrigível.

21/05/13

Capas para Facebook (Livros II)

Como o DSA tem andado bastante literário, resolvi aproveitar a deixa e fazer mais capas com o tema "Livros", especialmente dedicadas aos bookaholics e aos blogs literários. Mas não deixe também de dar uma olhadinha nas primeiras capas com este tema. Para vê-las, basta clicar aqui.
Depois eu as colocarei com as demais capas na nossa Página do Face, por enquanto ainda estou fazendo umas reformas por aqui e só depois atualizarei as capas depois dela. Aliás, vocês já passaram lá para conferir todas??? Elas podem ser usadas tanto em timelines quanto em páginas e já estão com as dimensões perfeitas. Só o que você precisa fazer é acrescentar seu nome ou uma mensagem à sua escolha num programa de edições de imagem de sua preferência. Ou deixá-la do jeito que está mesmo, tudo depende do seu gosto. Para saber uma forma de colocar seu nome ou outro texto nelas pelo Paint (com fundo transparente/ sombra) clique aqui


Veja também:
Mais algumas capas para Face
Capas para página (avatar integrado)
Como fazer capa integrada ao avatar
Capas para Face
Capas para Face + colocar texto com fundo transparente no Paint
Dicas para capa do Face

Para conferir todas as capas publicadas, clique aqui.

Beijinhos Alados,

20/05/13

Meu conto estará no livro "Amores Impossíveis"!!!

Como vocês sabem, hoje seria dia de "Capas para Facebook". Nós não teremos capa alguma pois tenho uma notícia maravilhosa e gostaria de compartilhá-la com vocês, que têm me apoiado desde o começo do DSA; seja com uma simples visita, com um comentário, participando dos meus concursos e desafios, etc.
Não sei se alguém se lembra (provavelmente não, falei disso tão resumidamente que é improvável que alguém tenha percebido) que eu estava participando de um concurso da Alcantis Editora, no qual doze novos escritores teriam seus contos publicados num livro...
Pois é, a "Mestre Jedi" aqui está entre os vencedores!!!


Hehehe... Pois é, minha reação foi mais ou menos assim quando fiquei sabendo...
Bom, como não sou de fazer uma "postagenzinha", vou contar-lhes a história da saga da minha participação no CLEC... Resumidamente, senão ninguém aguenta... Hehehe...

Eu e o Concurso Literário Escritor Contemporâneo (CLEC 2012):

Não falarei muito sobre o concurso em si, se vocês quiserem conhecer todos os detalhes, visitem o site do CLEC: http://www.alcantis.com.br/clec/.

Tudo começou numa bela tarde ensolarada... Não, acho que estava meio nubladinho... Ou será que não? "Pera", vou começar outra vez: numa bela tarde de clima indeterminado, estava eu olhando as atualizações dos blogs que eu sigo quando deparo-me com um que falava sobre o CLEC 2012. Acho que foi no blog Da Imaginação a Escrita, se não me engano.
Meu primeiro pensamento foi: "Opa, um concurso no qual os contos vão participar de um livro, estou dentro!". Depois visitei o site para dar uma olhada no regulamento e deparei-me com isto:
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