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31/12/2014

Livro - A menina que roubava livros

Nada melhor do que terminar o ano com uma leitura, não acham, alados? Dessa vez li uma obra que é super conhecida, mas que deve ser lida por todos que realmente amam o mundo da literatura. Trata-se de "A menina que roubava livros", de Markus Zuzak", tenho certeza de que você já ouviu falar dela. Hoje eu deveria postar o "Troféu Alado", mas aconteceram umas coisas aqui em casa e não deu tempo, prometo que em breve postarei a premiação anual do DSA.
E antes de começar, como já é de costume nos posts sobre literatura, deixo aqui também o link da página onde você encontrará tudo sobre os meus livros. Se você puder me ajudar, nem que seja com uma divulgação básica, já ficaria imensamente feliz:


A menina que roubava livros, Markus Zuzak:

Comecei esta leitura sem nenhuma impressão anterior. Ainda não vi o filme, só sabia uma coisa ou outra que minha irmã me falou, só que nada que realmente revelasse o conteúdo da trama.
Só por se passar na Alemanha, durante o governo de Hitler, e chegar a ser atingida pela Segunda Guerra Mundial, já ganhou toda a minha curiosidade.

Fatos sobre histórias que se passam na Segunda Guerra:
A) São sempre lindas de morrer;
B) Sempre vão estilhaçar seu coração em pedacinhos.

Com o tempo, fui notando que não é nem o tipo de narração que apenas relata fatos históricos, nem uma ficção na qual o momento histórico passa bem longe da vida dos personagens: é uma combinação perfeita entre ambos.
Outra coisa que me chamou a atenção desde o começo foi a riqueza de sinestesias. Isso acontece, por exemplo, quando o autor fala sobre cores que tem sabor ou cheiro. Achei que ele soube muito bem usá-las, de forma que ficou ainda mais fácil estar na rua Himmel e seus arredores.
No tocante dos personagens, me apeguei a muitos deles. A própria Liesel, o Rudy, a Rosa, o Max, a Ilsa e, claro, o Hans.

Um fato sobre Hans Hubermann:
Você vai se apaixonar por ele. Não é opcional.

Aliás, a Liesel é uma protagonista excelente. Forte, cheia de personalidade, sem muitos escrúpulos, esperta, mas cheia de amor também. A relação dela com seu amigo Rudy, com os pais adotivos e com o Max é deliciosa de se ler. Não me irritei com ela nem um pouco.
A única coisa que estranhei um pouco foi a quantidade enorme de quebras de cena. Não eram nem quebras de cena mesmo: pareciam mais quebras de momento. As informações que a Morte introduzia vez ou outra (mais ou menos dessa forma que fiz nos fatos acima) não me incomodaram em nada, ao contrário, me divertiram bastante.
Aliás, a Morte é uma ótima narradora, gostei muito. Digamos que dá para colecionar quotes incríveis do que ela fala.
Poderia ficar aqui um tempão discursando sobre as maravilhas do livro, mas vou apenas terminar falando o seguinte: você vai terminar a leitura com o coração partido, mas vale a pena embarcar de cabeça nessa história para acolher grandes personagens no seu coração, conhecer histórias de vida maravilhosas, contemplar um outro lado da Segunda Guerra Mundial e se apaixonar ainda mais pelo mundo dos livros.

Não percam as minhas próximas opiniões, trarei ótimas obras!

Para ler todas as minhas opiniões sobre os demais livros que já li, clique aqui.

Feliz Ano Novo!
1 Comentários
Comentários

Um comentário:

  1. Foi minha última leitura do ano, terminei essa madrugada, e acabou entrando para minha lista de favoritos, sem dúvida é um livro muito bom, vale a pena <3

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