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24/11/2014

Coisas de Escritora - Vontades, spoilers e traduções

Começo esta postagem com uma referência ao seriado mais lindo do mundo (Doctor Who) que completou cinquenta e um anos ontem (Uhu \o/). Fico pensando que a River Song talvez não gostaria muito de mim (o que é uma pena, eu gosto dela) porque realmente aprecio os spoilers. Não me incomodo com eles, e sinceramente acho que só estragam uma história se você deixar que eles a estraguem.
Mas hoje não falarei sobre os spoilers que me contam, ou os que eu acabo descobrindo; vim falar daqueles que eu morro de vontade de contar. Sim, ultimamente tenho alimentado uma vontade voraz de contar spoilers da minha saga de livros (e de projetos futuros também) para os meus leitores. Não sei se todo escritor sofre desse mal, o fato é que anseio tanto que todos possam conhecer os personagens e as cenas legais que criei para os meus futuros "bebês" que nem consigo me conter direito.
Mas não, eu não vou fazer isso. Sei que a literatura brasileira já não é muito querida aqui nesse país, então se eu inventar de contar coisas que ainda não escrevi, todos vão desistir de ler as minhas histórias. Ou pior: vão gostar tanto que usarão as ideias em seus próprios livros.
Pois é, uma das desvantagens da arte da escrita é a de ter que manter muita coisa em segredo. O problema é exatamente que nós gostamos de mostrar aquilo que amamos, e no caso dos livros a coisa não pode ser pública demais, o resultado acaba sendo sempre desastroso: ou perde-se o público ou estimula-se o plágio.
Todavia, não é só da vontade de passar spoilers que tenho vivido, também fui acometida por um surto de querer traduzir meus livros para o inglês. Sim, é isso mesmo que você acabou de ler.
Ultimamente, tenho conseguido assistir a séries e vídeos em geral com áudio em inglês até mesmo sem legenda, meu "listening" está mais ou menos em 80%, entendo quase tudo que os gringos dizem. Só que quando o assunto é escrever nessa língua, ainda preciso aprender muito antes de conseguir fazer um trabalho de tradução decente, principalmente no quesito de expressões idiomáticas, ordem das sentenças e a posição das vírgulas (que eu já notei que não é igual a como acontece na nossa amada Língua Portuguesa). Então estou sem condições de fazer uma tradução maravilhosa sozinha.
E então você me pergunta: "Por que você não pede a ajuda de alguém para traduzir?" A questão, alados meus, é que uma tradução que fique profissional num livro com o número de folhas do DSA e do DSE, seria preciso desembolsar um "money" generoso. O "money" anda fugindo de mim, e se eu o tivesse, investiria em outras coisas antes disso. Por isso a vontade vai ficar na vontade mesmo.
Mas por que eu quero essa tradução? Porque acho bonito, porque gosto de inglês, porque gostaria de saber a opinião dos gringos também... mais ou menos por causa disso. Não é por muita ambição não, até porque para lançar o livro nos EUA ou no Reino Unido por uma editora exigiria um "money" ainda maior e contatos úteis. Portanto: "Challenge declined"...
Pois é, alados, por hoje é só. Sei que não falei muito e acabei só jogando conversa fora, mas o que acontece é que essas coisas tem se destacado bastante no meu coração. Acho que o post foi, pelo menos, divertido!

Espero que tenham gostado da pequena reflexão de hoje! Não posso deixar, é claro, de terminar o post convidando a todos a conhecer os meus livros, os links deles estão na seguinte página:


Estou contando com o apoio de todo mundo. Mesmo que você não esteja em condições de comprá-lo, uma divulgação já é muito bem-vinda!

Para ler mais "Coisas de Escritora", clique aqui.

Beijinhos Alados,
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