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05/09/2014

Livro - Maze Runner: Correr ou Morrer

Alados, terminei de ler mais um livro! Hoje falarei um pouco sobre o que achei de "Maze Runner: Correr ou Morrer", de James Dashner. Espero que minha humilde opinião possa servir para que você também se interesse pelo enredo e venha mergulhar no mundo da Clareira com Thomas e seus amigos!
Enfim, hoje compartilharei minha opinião sobre o livro que acabei de ler. E antes de começar, como já é de costume nos posts sobre literatura, deixo aqui também os links do meu próprio livro. Se você puder me ajudar, nem que seja com uma divulgação básica, já ficaria imensamente feliz:


Maze Runner: Correr ou Morrer, James Dashner:

Acho que a única coisa que tenho a dizer sobre a parte física do livro é qu eu não colocaria essas letras laminadas vermelhas num fundo tão escuro, o título acabou perdendo todo o destaque. De resto, nada a reclamar; inclusive, gostei muito do tamanho dos capítulos, são bem breves, fáceis de ler um ou dois por dia. Quer saber o que achei da história em si? Continue lendo...

Trecho do livro:

    "Ele começou sua nova vida pondo-se de pé, envolvido pela escuridão fria e pelo ar poeirento e rançoso.
    Um tremor súbito abalou o piso sob os seus pés, metal rangendo contra metal. O movimento inesperado o derrubou, e ele recuou engatinhando, o suor brotando em gotas da testa, apesar do tempo frio. Suas costas se chocaram contra uma rígida parede metálica; ele esgueirou-se colado nela até chegar a um canto do compartimento. Mergulhando em direção ao chão, encolheu as pernas bem de encontro ao corpo, esperando que os olhos se acostumassem logo à escuridão.
    Com mais um solavanco, o compartimento moveu-se bruscamente para cima, como um velho elevador num poço de mina.
    Sons ásperos de correntes e pedras, como os ruídos de uma velha mina de aço em funcionamento, ecoaram pelo compartimento, abalando as paredes com um lamento vazio e distante. O elevador sem luz oscilava para a frente e para trás na subida; o que azedou seu estômago até lhe causar náuseas; um cheiro semelhante ao de óleo queimado envolvia-lhe os sentidos, fazendo-o sentir-se pior. Teve vontade de chorar, mas as lágrimas não vinham; só lhe restava ficar al sentado, sozinho, esperando.
    'O meu nome é Thomas', pensou.
    Essa era a única coisa de que conseguia se lembrar sobre a própria vida".

 Minha opinião pessoal:

Nós começamos o livro da mesma forma queo Thomas: sem saber porcaria nenhuma do que está acontecendo. Assim como ele, temos que ir descobrindo página por página como funcionam as coisas na Clareira. No começo da leitura, numa análise superficial, achei que era um sistema organizado demais, considerando que era um lugar habitado apenas por garotos menores de idade. Depois fui descobrindo mais sobre as condições de vida deles e vi que pode até fazer um pouco de sentido... bom, viver confinado num labirinto 24h por dia não é uma situação que se vê por aí todo dia, não é?
Em questão de personagens, gostei bastante do Chuck, do Minho e do Newt. O Thomas é o típico protagonista "herói cabeçudo",que acaba se dando bem mesmo depois de se ferrar bastante, então não me afeiçoei muito a ele. Não sei até agora o que achar da Teresa, ela até é legal, mas não teve uma personalidade exatamente definida. Estou começando a formar a teoria de que alguns escritores masculinos tem uma séria dificuldade de criar garotas legais (lembram do que eu falei sobre o Douglas Adams? O cara era um gênio, mas não criou nenhuma personagem feminina cativante).
No começo, me incomodei um pouco com as gírias, mas logo depois me flagrei usando as palavras "mértila", "trolho" e, principalmente, "plong" no dia a dia. É muito legal falar "plong", principalmente porque serve como eufemismo. Quem ler vai entender!
Não posso dizer que gostei da descrição de um Verdugo, achei que ficou uma criatura meio esquisita, mas irresistivelmente me lembrei dos Daleks quando um deles começou a escalar a parede do labirinto. O Thomas pensou "Beleza, estou salvo aqui em cima!", mas não sabia que aquelas mértilas escalavam. Para entender a semelhança que achei com os Daleks, assista ao episódio 6 - "Dalek", do nono Doutor.
Quanto ao final do livro, confesso que eu já previa a última "perda" (uma muito dolorosa), mas também concluí que nada dói mais do que a regeneração do Tenth, então não sofri muito. Quero dar destaque ao epílogo, que traz um último "baque" surpreendente!
Enfim, é uma saga que recomendo, entrou para os meus favoritos. Você acaba sendo "sugado" para o mundo da Clareira mesmo sem querer, e não consegue parar de ler até sanar um pouco da curiosidade imensa que as primeiras páginas incitam...

Não percam as minhas próximas opiniões, trarei livros ótimos!

Para ler todas as minhas opiniões sobre os demais livros que já li, clique aqui.

Beijinhos Alados,
1 Comentários
Comentários

Um comentário:

  1. Olá, tudo bem?
    Eu estou louca por esse livro faz um bom tempo! Ainda mais agora que sei que terá o filme em breve *-*
    Quem me conhece sabe que o tema é meu favorito! Estou super ansiosa, só esperando ele chegar *-*
    Gostei da sua opinião, hehe.
    Beijos <3
    http://livros-cores.blogspot.com.br/

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