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29/09/2014

Livro - Cidade dos Ossos: Os Instrumentos Mortais

Alados, toda vez que temos a oportunidade de ler um livro depois de ter assistido sua respectiva adaptação para o cinema, somos invadidos por uma enxurrada de sentimentos. Este caso foi bastante especial, pois pela primeira vez achei uma trama na qual o livro não teve tanta vantagem na minha preferência quanto os demais... Mas calma! O livro continua sendo muito melhor do que o filme, evidentemente!
Enfim, hoje compartilharei minha opinião sobre o livro que acabei de ler. E antes de começar, como já é de costume nos posts sobre literatura, deixo aqui também os links do meu próprio livro. Se você puder me ajudar, nem que seja com uma divulgação básica, já ficaria imensamente feliz:


Cidade dos Ossos, Cassandra Clare:

Eu fico triste, alados, quando leio um best-seller de uma editora consagrada numa edição que não é econômica (e é laminada, inclusive), mas é cheia de erros de impressão e com alguns deslizes na revisão. Ok, errar é humano, mas tem coisas que saltam demais aos olhos... fora isso, nada mais a reclamar dos aspectos físicos... ainda bem!
Bom, vamos logo à minha opinião, acho que vocês vão gostar de lê-la...

Trecho do livro:

    "Clary abriu a porta do depósito e entrou. Por um instante, achou que estivesse vazio. As únicas janelas eram no alto e tinham grades; um barulho fraco da rua entrava através delas, o som de carros buzinando e freando. A sala tinha cheiro de tinta velha, e uma pesada camada de poeira cobria o chão, marcado por sinais de pegadas.
    Não há ninguém aqui, ela percebeu, olhando em volta espantada. A sala estava fria, apesar do calor de agosto lá fora.Sua coluna estava gelada de suor. deu um passo para a frente, enrolando os pés em fios elétricos. Ela se abaixou para se livrar dos cabos, e ouviu vozes. A risada de uma menina, um menino respondendo, mordaz. Ao se ajeitar, ela os viu.
    Era como se eles tivessem passado a existir em um piscar de olhos. Lá estava a garota com o longo vestido branco, os cabelos negros escorrendo da cabeça como algas molhadas. Os dois meninos estavam com ela — o mais alto de cabelos escuros como os dela, e o menor, mais claro, cujos cabelos louros brilhavam como bronze sob a fraca luz que entrava pela janela do alto. O menino louro estava de pé, com as mãos no bolso, encarando o garoto punk, que estava amarrado a uma coluna com o que parecia um fio de piano, com as mãos esticadas para trás do corpo e as pernas amarradas pelos tornozelos. Seu rosto expressava dor e medo".

Minha opinião pessoal:

Começo minha opinião com um protesto: queria ter visto o Simon transformado em rato! Vocês sabem que eu amo ratos, não é? Hehehe... Só fiquei pensando aqui com os meus botões: a Clary deixou o Simon-rato o tempo todo perto do peito dela e nem se incomodou por ele estar lá? Tudo bem que depois ele disse que não se lembrava de muita coisa do que aconteceu, mas ela tinha que pelo menos notar isso, não acham? Das duas, uma: ou ela realmente é intima demais dele, ou a Cassandra Clare esqueceu de acrescentar isso.
Bom, como eu disse lá na introdução, desta vez encontrei na adaptação para os cinemas uma coisa que geralmente não se acha nas demais: a parte mais "visual" da história é muito mais chamativa, tem um apelo bom mais legal do que a Cassandra Clare descreveu no livro. Eles colocaram alguns elementos que deram um "tchan" na história. Só que o livro continua sendo muito melhor do que o filme, principalmente porque o final ficou extremamente confuso na adaptação, sem contar que acrescentaram coisas que passam spoilers desnecessários. Acho que dava para cortar a história sem embaralhar tanto...
Mas vamos deixar o filme um pouco de lado, não é? Um ponto positivo é que por enquanto a trama não é daquele tipo meloso de romance que eu não gosto. Não sei como será na continuação, mas por enquanto tem me agradado. A Clary, na minha humilde opinião, ficou bem mais "aceitável" no livro. O Jace, o Simon e o Magnus são fabulosos de qualquer jeito, claro que os amei novamente. Uma coisa que poderia estar no filme sem atrapalhar nem um pouco é a falta de habilidade culinária da Isabelle, nem que fosse só com piadinhas. Quem me surpreendeu mesmo, entretanto, foi o Alec. Nas últimas páginas, ele chegou a me cativar... não se se minha opinião mudará, mas por enquanto estou "de bem" com ele.
A trama em si é do tipo que tem bastante detalhes mas não te deixa perdida. Não precisei voltar as páginas para entender nada, o que é um ponto muito bom. Algumas vezes senti que a Cassandra forçou um pouco para que a história ficasse bastante "moderninha", mas nada que causasse embaraço.
Recomendo sim o livro, entrou para os meus favoritos, embora não esteja exatamente no topo do meu coração. Só por ter mais de um personagem apaixonante, já ganhou minha atenção. Essa foi a minha opinião de hoje, pequena mas do fundo do coração.

Não percam as minhas próximas opiniões, trarei livros ótimos!

Para ler todas as minhas opiniões sobre os demais livros que já li, clique aqui.

Beijinhos Alados,
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