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13/05/2014

Não aprendi a dizer ADEUS... a personagens...

Alados, eu sei que vocês vão rir da minha cara com essa postagem (podem rir, eu deixo! Eu mesma riria se não estivesse em "crise"), mas preciso abrir meu coração e falar um pouco sobre os meus sentimentos com relação a despedidas definitivas de alguns personagens.
Quem é meu amigo no Facebook deve ter visto que acabei de assistir ao último episódio da quarta temporada de Doctor Who (na nova série, não na clássica), onde precisamos dizer adeus ao Doutor mais épico de todos, interpretado pelo zenzualíssimo David Tennant.
Eu já estava sofrendo desde antes pois sabia que era a última temporada dele. Agora sofro ainda mais, porque ele não se contentou em simplesmente ir embora, não! Teve que ser num episódio super emocionante que nos faz chorar pelo menos umas três vezes (sim, eu chorei, não consegui evitar). Na despedida do nono Doutor ainda fiquei um pouco sentida, é impossível não se apegar de certa forma às regenerações do Doutor, pois o personagem em si transcende todas as gerações; mas dessa vez meu coração ficou apertadinho. Não queria que ele fosse embora, não mesmo! Mas fazer o quê, não posso parar de assistir, sei que ainda há muita coisa a aprender sobre Doctor Who, é preciso seguir em frente...
Em matéria de companions, poucas vezes cheguei a lamentar de forma pronunciada. Quando a Rose foi embora, até comemorei, pois ela está na minha lista negra de personagens menos queridos. Na despedida da Martha e da Donna até fiquei um pouco triste, são duas divas. Mesmo assim, não sofri tanto quanto no dia em tive que dizer adeus para Ian Chesterton e Barbara Wright, companions do primeiro Doutor. Eles eram divos demais, tão fabulosos! Foram embora felizes, voltando para a Inglaterra, para seu próprio tempo, mas eu não consegui ficar feliz. E olha que nem faz tanto tempo que assisti a essa despedida...

Barbara Wright e Ian Chesterton, dois lindos, divos demais ♥.♥

Aliás, também tem o fato de que estou quase acabando de assistir a era do primeiro Doutor, só faltam exatamente três arcos. Muita gente não gosta do First, mas eu o achei tão fofo! Vou sofrer, e como já estou abalada com a despedida do Tenth, pode crer que minha "crise" vai piorar.
E então, anteontem começou a reprisar a série Human Target (Alvo Humano) depois de Nikita, no SBT, e eu percebi que sinto uma falta enorme do Guerreiro. Por que raios a série foi cancelada justo quando o "babado ficou forte"? Assistir a reprises não é a mesma coisa, e se ao menos tivesse sido um fim mais conclusivo, talvez doeria menos. Aliás, por  que ninguém quis fazer uma série só do Guerreiro? Eu assistiria!
Não vou nem falar sobre as mortes de Harry Potter e Jogos Vorazes, essas são tão cruéis que não gosto nem de tocar no assunto. Aliás, a "inteligente" aqui escolheu logo o livro "A Guerra dos Tronos" para ler nesses tempos difíceis, que péssima escolha! Não que seja ruim, ao contrário, é maravilhoso; mas tem tantas reviravoltas no enredo... pelo menos ainda não sofri por causa nenhuma morte. Se bem que ainda preciso ler alguns capítulos antes de chegar ao fim, tudo é possível.
Neste ponto você dirá: "Ué, Sheila, a solução para o seu caso é simplesmente não se apegar a personagem algum!" Não dá, meu caro padawan, eu não consigo. Se o personagem for bem construido, se ele tiver uma personalidade do tipo que eu gosto, é amor na certa.
O problema mesmo é que acabei ficando mal acostumada por causa de séries como Supernatural e Vampire Diaries; lá as pessoas morrem, mas não morrem de fato, sempre voltam. Acabei esquecendo o que significa nunca mais ver aquele personagem amado aprontando das suas. Agora vou ter que ficar em "crise" por um tempo, abalada com os meus "adeuses". Entretanto, a vida continua, e as histórias também... é preciso seguir em frente, mesmo em meio às lágrimas...

Não deixe de voltar ao DSA sempre que puder, muita coisa boa ainda está por vir!

Beijinhos Alados,
1 Comentários
Comentários

Um comentário:

  1. desculpe, mas você colocou cisa, em vez de coisa

    Abraços
    Eduardo

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