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28/03/2014

Um dos melhores personagens de todos os tempos: o Doutor!

Alados, eu confesso que só escrevi no título "Um dos melhores" porque não quero causar polêmica, mas para mim ele é o melhor de todos. Como escritora, aprecio personagens bem construidos, principalmente os absurdamente geniais. Há pouco menos de um ano (sim, ainda sou uma Whovian recente, tenho muito o que aprender), conheci um certo personagem que conseguiu me deixar perdidamente apaixonada: trata-se do Doutor, advindo da série de televisão britânica "Doctor Who"; vocês já devem ter ouvido falar sobre ele pelo menos uma vez.
Embora já tenham publicado um milhão de artigos diferentes, resolvi escrever meu próprio texto, contando sobre a minha visão pessoal sobre esse herói tão querido. Por que será que ele é tão apaixonante? Por que é impossível ficar com raiva dele? Acho que as respostas à essas perguntas são tão indecifráveis quanto o próprio nome do Doutor (para quem não sabe, pouquíssimas pessoas sabem qual é o nome real dele).

O Doutor - Características básicas:

Para que a série sobrevivesse por cinquenta anos, se tornou necessário trocar doze vezes (ou treze? Sou péssima em matemática!) o ator que interpreta nosso amado protagonista. Para que essa troca não fosse inverossímil, foi determinado que o Doutor, por ser um Senhor do Tempo/Time Lord (de uma raça de alienígenas superpoderosos), tem o poder de enganar a morte, através de suas regenerações. No resumo, ele muda completamente a aparência e a personalidade, sendo que a última é apenas de forma parcial.
Embora o papel já tenha sido encarnado por treze atores diferentes (contando com o Doutor da Guerra do Tempo), podemos notar algumas características comuns, como:
  • O Doutor é sempre um homem do bem, procurando restaurar tudo o que estiver fora do lugar, independente do lugar ou tempo em que esteja;
  • Não gosta de estar sozinho, embora não queira confessar isso a ninguém;
  • Seus escrúpulos vão até certo ponto, ele não tem medo de quebrar as regras se for para salvar a vida das pessoas;
  • Sempre gosta de irritar profundamente seus adversários para enfraquecê-los e distraí-los;
  • Tem como ponto fraco principal a segurança de seus companheiros (companions);
  • Tem o dom natural de falar besteiras nos momentos mais críticos;
  • É curioso e não consegue partir para outro lugar sem nem ao menos explorar um pouco;
  • Mesmo que não tenha um plano, ele continua indo adiante em sua aventura como se soubesse perfeitamente o que está fazendo e, surpreendentemente, acaba dando certo de um jeito ou de outro;
  • É sempre o indivíduo mais inteligente, independente do Q. I. dos demais personagens;
  • Mesmo tendo várias qualidades, não deixa de ser prepotente vez ou outra (talvez por ser um Time Lord).
Creio que o que mais nos encante seja essa mistura de defeitos e qualidades. Ele não é do tipo de "mocinho aguado" que faz o bem só por fazer o bem. É impossível não se apaixonar por uma de suas encarnações, sofrer quando ele se regenera; mas se recuperar pouco depois, ao se apaixonar pelo próximo Doutor... felizmente, nosso coração é "maior por dentro", todos os doutores cabem nele, e até sobra bastante espaço para os próximos! Hehehe...
Agora mostrarei a todos as características principais que mais me chamaram a atenção nos três doutores que já conheci:

O Primeiro Doutor - William Hartnell:

Começaremos, é claro, com o primeiro Doutor de todos, da primeira temporada clássica (iniciada em 1963). Como ele ainda não tem muito contato com os seres humanos, a série começa com um Doutor altamente desconfiado que, para não deixar que descubram que ele não é do planeta Terra, chega a sequestrar Ian e Bárbara, dois dos professores de sua neta Susan (sim, o Doutor tem uma neta). Com o tempo, vamos notando que ele é exatamente isso: um vovô. Se torna protetor e começa a se afeiçoar pelos humanos de um jeito que nem ele achava que fosse possível. Embora pareça frágil por causa de sua idade avançada, é capaz de feitos impensáveis como, por exemplo, entrar na estrutura vazia de um dalek para fugir de seus perseguidores:

Fico pensando em como foi para tirá-lo daí... hehehe...
Ele também é bastante malandro, usa artifícios que muitas vezes chegam a arriscar a segurança de seus companheiros. Também é bem teimoso, e detesta que digam que não sabe o que está fazendo (tanto que quase que ameaça abandonar o Ian só porque ele insinuara que o Time Lord não sabia operar a TARDIS do jeito devido). Não deixa, entretanto, de ser fofo e sagaz, o que já é o suficiente para o acolhermos em nossos corações!

O Nono Doutor - Christopher Eccleston:

O primeiro Doutor da série nova (iniciada em 2005) tem uma personalidade que eu definiria como "suave". No popular, ele também é um fofo. Fiquei sabendo através de umas pesquisas que fiz que esse jeito mais "amoroso" advém das sequelas que a Guerra do Tempo deixou nele.
Uma das coisas que mais me vêm à cabeça quando penso nele é o sorriso, ele sorri até mesmo quando a coisa está mais tensa. Nele nós começamos a ver o lado mais "romântico" do Doutor, com sua relação com a chata da Rose Tyler (não, eu não gosto dela!), que chega ao seu ápice na regeneração posterior. Em certos pontos, chegamos a notar claramente o quanto ele sofre por ser o último de sua espécie, embora isso não aconteça com frequência.
Mesmo com o contato de apenas uma temporada, é impossível não sofrer um pouco quando ele é obrigado a se regenerar... mas a gente supera, pois logo depois vem uma encarnação ainda mais marcante...

O Décimo Doutor - David Tennant:

O número dez sempre foi o meu favorito, e depois do "TENnant" tenho me sentido cada vez mais "decimal"... hehe. O décimo Doutor é exageradamente fabuloso e carismático, mas se for para destacar apenas uma de suas características eu escolheria a ousadia. Ele não tem medo de se jogar às cegas e, literalmente, se matar para salvar a vida de todos (embora ele nunca acabe morrendo). É notável o quanto ele sofre quando alguém morre, principalmente se for para salvar sua vida.
Também se opõe completamente ao uso de armas, e faz questão de deixar isso bem claro. É bastante engraçado, não é difícil morrer de rir durante os episódios das três temporadas em que está presente. Uma das coisas mais marcantes são as suas caras e bocas, sempre exageradas (é difícil tirar um PrintScreen de uma das cenas sem que ele fique com uma expressão hilária). Quando é obrigado a se separar da Rose (aleluia!), se sente um pouco marcado e chega a tentar impressionar e agir de forma indiferente com a Martha Jones (cof, cof, que é muito melhor do que a Rose, cof, cof). Durante o período de sua atuação, o Doutor usa mais uma vez um codinome que vem desde a temporada clássica: John Smith.
Ele é, disparado, o mais querido de todos; a maioria dos Whovians afirma que é seu preferido. Inclusive é o meu preferido também, como já falei aqui na Homenagem de "Quinta" (leia a postagem para saber meus motivos). É um Doutor épico, não adianta negar!

Por hoje é só. Assim que eu conhecer mais doutores, continuarei essa postagem. Os próximos devem ser o Matt Smith e Patrick Troughton, aguardem!

Não deixe de ler também...

Homenagem de "Quinta" - David Tennant (Doctor Who)
Legalmente "Zenzuais" - Parte 5
Os veículos mais fabulosos da ficção
Meus malvados favoritos
Motivos para se apaixonar por Doctor Who

Beijinhos Alados,
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