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22/01/2014

Livro - O Guia do Mochileiro das Galáxias

Alados, vocês acreditam se eu disser que essa é a milésima postagem do DSA? Acreditando ou não, hoje trago mais uma opinião, desta vez sobre um livro de ficção científica que acabei de ler, o famosíssimo "O Guia do Mochileiro das Galáxias", de Douglas Adams. Vocês sabem que eu amo ficção científica, então posso dizer que me deliciei com essa leitura (falou a "senhorita extremamente Whovian").
Antes, porém, preciso agradecer à galera do "Clube do Livro Potterish" e para a blogueira do "Mimiy Cestas e Cosméticos" pela divulgação que eles fizerem para o livro Doce Sonho Alado ontem, confira no link abaixo as postagens de cada blog:


E se você tem um blog, ou qualquer perfil nas redes sociais, não deixe de me ajudar a divulgar o DSA. Vou ficar muito feliz com a sua colaboração, por mais simples que seja!
Agora vamos ao assunto de hoje, que é o digníssimo livro do fabulosíssimo Douglas Adams. Portanto, "não entre em pânico" e comece logo a ler a minha opinião sobre esta leitura obrigatória para todo nerd... ou rato... hehehehe...

O Guia do Mochileiro das Galáxias, Douglas Adams:

Vocês sabem que eu não sou o tipo de pessoa que reclama dos aspectos físicos de um livro, mas dessa vez eu tenho uma crítica séria a fazer: acontece que a editora Arqueiro colocou neste livro uma margem interna de 1,5 cm. Gente, eu posso não ser diagramadora profissional, mas até eu já percebi que os livros precisam de uma margem interna de pelo menos 2,0 cm para que o leitor possa segurar o livro sem "arreganhá-lo" todo. E o pior foi ver que a margem externa tem dois centímetros. Tipo, por que eles não inverteram as margens? Seria tão simples!
Mas essa é a única reclamação que tenho a fazer da parte estética, não houve mais nada de errado. É um livro tão leve e com uma trama tão curta que até me assustei quando cheguei ao final, não esperava acabar tão rápido... hehehe... Quer saber o que achei dele? Continue lendo!

Trecho do livro:

    "O Guia do Mochileiro das Galáxias é um livro realmente admirável. Há muitos anos que vem sendo escrito e revisto por muitos redatores diferentes. Contém contribuições fornecidas por inúmeros viajantes e pesquisadores.
    A introdução começa assim:
    "O espaço é grande. Grande, mesmo. Não dá pra acreditar o quanto ele é desmesuravelmente, inconcebivelmente, estonteantemente grande. Você pode achar que da sua casa até a farmácia é longe, mas isso não é nada em comparação com o espaço. Vejamos..." E por aí vai.
    (Mais adiante o estilo fica mais seco, e o livro começa a dizer coisas realmente importantes, como por exemplo que o lindíssimo planeta Bethselamin está agora tão preocupado com a erosão cumulativa causada pela presença de dez bilhões de turistas por ano que qualquer discrepância entre o que você come e o que você evacua durante a sua estada no planeta é removida cirurgicamente do seu corpo antes de você partir de lá, assim, cada vez que se vai ao banheiro é vitalmente necessário pegar um recibo.)
    Porém, justiça seja feita: quando se trata de falar sobre a imensidão das distâncias entre as estrelas, inteligências superiores à do autor da introdução do Guia do Mochileiro também fracassam. Há quem peça ao leitor que imagine um amendoim em Londres e uma noz das pequenas em Joanesburgo, entre outras comparações estonteantes.
    A simples verdade é que as distâncias interestelares estão além da imaginação humana".

Opinião pessoal:

Quando as pessoas dizem que "O Guia do Mochileiro das Galáxias" é coisa de nerd, elas não estão brincando nem um pouco. Ele está cheio de termos técnicos (algumas das coisas ligadas à física eu confesso que não entendi, pois essa definitivamente não é a minha área... hehe) e é escrito com um humor sutil que a maioria das pessoas acharia um pouco besta, mas que eu amei. Claro, por que eu sou muuuito nerd... hehe.
Muitas vezes, o enredo fica tão, mas tão psicodélico que você chega a pensar: "Que porcaria é essa?" Pouco depois, porém, as coisas começam a fazer sentido e você volta a equilibrar o pensamento. Em resumo: é uma completa loucura que acaba fazendo todo o sentido.
Outra coisa que quero salientar é que os nomes dos personagens, objetos e lugares — embora sejam bem complicados — não são difíceis de memorizar. Eu pelo menos nem precisei voltar nas páginas para conferir quem era quem.
Houve um final de capítulo em particular no qual o autor dá um pequeno spoiler sobre o que vai acontecer no capítulo seguinte. Logo eu pensei: "cara, essa estratégia não é muito boa não!" Todavia, enquanto lia o resto da história, percebi que isso só aguçou mais minha curiosidade. Só queria ter sabido, afinal de contas, quem foi que machucou o braço...
Na parte em que chegam os policiais que querem encontrar o Zaphod, pensei que teve um desfecho um pouco forçado, até ler o final da história. Morri de rir...
É difícil para mim dizer se já tenho um personagem favorito, essa primeira parte da história foi tão curtinha que nem tive tempo de escolher qual deles é o melhor. No começo não gostei muito do Zaphod, mas depois ele ficou mais interessante (e louco... hehehe) o Marvin é um forte candidato para personagem favorito, mas ainda não sei. Ele também foi um porre em algumas partes.
Um dos melhores aspectos, na minha opinião, foi a importância dada para os ratos, coisa que ainda não vi em trama nenhuma. Fiquei feliz quando vi ratinhos na história, e mais ainda quando revelaram a real identidade dos ratos.
Aí você me pergunta: "Sheila, você acha que os ratos são seres pandimensionais hiperinteligentes?" Eu acho sim. Inclusive suspeito que Barbie, Luna, Padmé e Valentinna estejam no comando da pesquisa. Principalmente a senhorita Padmé Page, a louca... hehehehe...
A trama certamente superou minhas expectativas. Estou super curiosa para saber o que Arthur Dent e Ford Prefect vão aprontar nas próximas aventuras!

Já comecei a ler o segundo livro da série, que é "O Restaurante no Fim do Universo". Assim que acabar de ler, divulgarei aqui minha opinião, claro!!!

Para saber minha opinião sobre os demais livros que já li, clique aqui.

Beijinhos Alados,
2 Comentários
Comentários

2 comentários:

  1. Acabei de ler esse livro a alguns dias e pensei exatamente isso, é uma "loucura que faz sentido".Ou o Douglas Adams é completamente louco, ou completamente gênio!Acho que fica mais para segunda.
    Só eu que não gosto do Marvin?Só consigo pensar nele como um C3-PO depressivo.Meu personagem favorito de longe é o Ford.Fiquei meio comovida com o fato de que a Terra está acabando,ele finalmente vai poder sair daqui mas ainda tem a consciencia de ir lá e salvar o seu amigo...Coisa da minha cabeça...
    Acabo de me sentir mais nerd ainda.Quer dizer, todos falam que eu sou Nerd, mas quando li esse livro que todo mundo fala estar cheio de "nerdices" não vi nada de mais.Quer dizer, adorei o livro, mas não vi nada que fosse muito "complicado" e percebi de cara e simplesmente adorei todas as críticas ácidas-bem-humoradas-e-sutis espalhadas pelo livro.Acho que cheguei em um ponto de nerdice que nem percebo mais o que é nerd...

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  2. Simplesmente amo essa série! Douglas Adams consegue fazer um humor inteligente e criar situações inusitadas, ao passo que nos leva a refletir sobre as tantas opiniões já formadas sobre nossa existência e o que existe além dela. Amo, amo e amo!! <3

    bjss, viverserfeliz-renata.blogspot.com

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