Caso alguma imagem do blog não esteja aparecendo, por favor, avise nos comentários da postagem em questão!

19/08/2013

Entrevista DSA com Renata Ventura

Alados do meu coração, hoje seria dia de "Capas para Facebook", mas resolvi fazer uma daquelas minhas "mudanças estratégicas". Dessa forma, teremos capas só amanhã, porque hoje trouxe para vocês uma entrevista super especial!
Aliás, essa vai ganhar o prêmio de entrevista mais difícil da história do DSA; difícil por ter sido demorada, não por ter sido ruim. Estava quase pensando que seria mais rápido procurar Pã... Calma! Vou explicar melhor: na verdade, eu havia convidado a Renata a participar da entrevista num péssimo momento (enviei as perguntas, segundo meu e-mail, em 25 de Dezembro do ano passado), ela estava mega atarefada e não pôde responder imediatamente.
Desde então, com a loucura de registrar e começar a luta (que nem tão cedo terminará) para tentar publicar o meu livro Doce Sonho Alado (e também por causa das reformas no blog depois da mudança de endereço, e pelo livro "Amores Impossíveis"), acabei esquecendo de lembrá-la de não se esquecer de lembrar de responder a entrevista... hehehe. Enfim, eu esqueci de um lado, ela esqueceu do outro, e acabou sendo um "Obliviate" tremendo.
Como vocês sabem que eu jamais desisto de algo (como boa brasileira que sou), contatei a Renata mais uma vez e ela carinhosamente enviou-me as respostas nessa sexta-feira, ufa! E que bom que dessa vez deu certo!

Porém, antes de partir para a entrevista, só queria falar uma coisinha: ontem as ratinhas Luna Leia e Barbie Ashley completaram dois meses de vida! Ooooown! Vocês não sabem como essas duas "branquelas" já estão grandes e muito bagunceiras... Qualquer dia desses, quando tirarmos mais fotos, falo para vocês o que as duas ratas mais lindas do mundo andam fazendo nos últimos dias. Só não consigo fazer um vídeo porque elas acham muito divertido lamber a câmera... hehehe.

Chega de prólogos! Vamos logo conhecer mais essa escritora que aceitou participar da entrevista DSA, vale a pena ler até o final, alados!

Entrevista DSA com Renata Ventura:


Depois de já ter entrevistado quase todos os autores do livro "Amores Impossíveis" (até eu mesma, rsrs), vamos continuar nessa vibe literária e conhecer a escritora Renata Ventura, que recentemente publicou sua primeira obra, chamada "A Arma Escarlate".
Uma coisa engraçada é que quando minha irmã me contou sobre a obra dela, havia dito que se chamava "A Alma Escarlate". Fiquei pensando: "Por que chongas uma alma seria vermelha? Será que ficou com raiva? Ou quente demais?"... OK, essa foi péssima, mas é a mais pura verdade o caso da troca de nome.
Enfim, todo Potterhead decente deve já ter ouvido falar dela ou do livro. Se não ouviu, tudo bem, falo agora para os desinformados: acontece que o "A Arma Escarlate" é como se fosse a descrição de como seria o mundo da magia brasileiro caso ele existisse. Não é exatamente um "Harry Potter versão Brasil" (como daqui a pouco a própria Renata explicará com mais detalhes), é uma história bem intensa, tendo apenas a esfera da magia em comum com a obra da diva J. K. Rowling (se expliquei errado me corrige, Renata!)
Eu ainda não li a obra inteira, então não posso explicar essa relação com mais detalhes. Aliás, só dei uma passada de olho rápida porque eu não tenho o livro, apenas dei uma espiada numa versão digital (que deve ser ilegal... abafa!); e como quando estou no computador ou eu leio ou escrevo, já sabem qual é a minha prioridade, né?
Estava com muita vontade publicar uma entrevista com ela aqui porque acredito que seja uma proposta muito interessante de enredo, e já percebi pelo Facebook que a Renata é uma ótima pessoa. Sem esquecer, é claro, do fato que eu amo entrevistar escritores. Se você é escritor e quer ser entrevistado, não hesite em entrar em contato comigo, eu publicaria uma entrevista com você com todo prazer!
Ah, quase ia esquecendo! A Renata fez um único pedido a mim, disse que gostaria muito se eu salientasse que ela estará na Bienal do Livro 2013, que acontecerá aqui no Rio de Janeiro. Bom, então lá vai a minha "salientada":

Exagerada, eu? 'Magiiiiiina!!! Hehehe...
Brincadeiras a parte, a Renata Ventura estará em todos os dias da Bienal no stand da Editora Novo Século, passem lá para dar um "oi" e dizer que eu mandei um beijo... hehehe... Lá no final da postagem há um link do evento do Facebook da Bienal, quem quiser saber mais informações dê uma "clicada". E não deixe também de ler esta entrevista na íntegra, posso garantir que será uma leitura bem interessante!

Perguntas:


DSA: Antes de tudo, gostaria de parabenizá-la pelo livro "A Arma Escarlate"! Nem todos os leitores do DSA devem conhecê-lo, pode nos contar do que ele se trata?
Renata: “A Arma Escarlate” conta a história de Hugo, um menino de 13 anos, morador da favela Santa Marta no Rio de Janeiro, que durante um tiroteio em 1997 descobre que é um bruxo. Assim que descobre isso, ele é obrigado a fugir, porque está sendo ameaçado por um dos chefes do tráfico. Então ele foge com o objetivo de aprender magia o suficiente para voltar e derrotar o bandido que está ameaçando a família dele.
Estão chamando meu livro de “Harry Potter brasileiro”! Haha. Eu fico muito feliz com isso, porque eu amo Harry Potter de paixão! Só que meu livro é um pouco mais pesado, e uma grande diferença dele para o Harry é o próprio Hugo; que é um protagonista impulsivo, arisco, agressivo, egoísta, arrogante... quase o oposto do Harry. Enquanto Harry usava sua varinha como ferramenta, Hugo, desde o início, a encara como uma arma. Uma arma que pode ser letal, se ele quiser.

Comentário pessoal: #MedoDoHugo... hehehe. Como já comecei a falar lá em cima, realmente dei uma "bizoiada" e concordo que é mesmo muito diferente. Talvez seria um certo déja vù para mim ler uma história que se passa numa favela (sabem o porquê, né?), mas não posso dizer nada, já que a Evangeline também vive numa... hehe. Bom, como disse, é uma proposta bem interessante, e fica na cabeça aquela espectativa de pensar se no futuro o Hugo irá conseguir efetuar sua vingança, ou se ele perceberá que isso significaria se rebaixar ao mesmo nível do chefão do tráfico... aguardem os próximos capítulos!

DSA: Agora conte-nos o que levou você a ser escritora. Foi um sonho de infância ou algo mais recente?
Renata: Eu sempre quis ser escritora, desde criança. Quando eu tinha dez anos, escrevi um pequeno livro de espionagem (eu era fã de 007), que eu cheguei até a terminar! Fiquei toda orgulhosa! Mas quando a novela Torre de Babel estreou, ela estragou tudo, porque meu livro começava com a explosão de um shopping em sua inauguração. Exatamente o que acontecia no primeiro capítulo da novela! Haha. Fiquei super decepcionada na época, mas não desisti de ser escritora! Rsrs. Depois, mais tarde, escrevi um livro em inglês, enquanto morava nos Estados Unidos; mas nunca tentei publicá-lo porque “A Arma Escarlate” ficou tão melhor que agora tenho vergonhinha do outro, rs.

Comentário pessoal: vou contar uma coisa que aconteceu comigo que é um pouco parecida: assim que comecei a escrever o DSA, tinha apenas o nome do primeiro capítulo definido, que era "No princípio". Quando comecei a ler "Fallen", desisti de colocar este nome na mesma hora, pois o primeiro capítulo dele era justamente "No começo", não que seja exatamente igual, mas eu sou tão neurótica que jamais conseguiria escrever sabendo dessa semelhança. E vocês sabem que eu mudei mesmo, já que lá na amostra do Scribd já temos o título do prólogo e do primeiro capítulo. É assim mesmo... em sua defesa só digo que uma explosão de shopping não é nada muito inédito, ninguém lhe acusaria de plágio se o livro viesse a público! Quem sabe hoje em dia não surge uma ideia capaz de reformar ambas as histórias? Fica a dica!

DSA: Agora uma pergunta mais descontraída: tem alguma situação inusitada ou curiosa que você já passou que gostaria de nos contar?
Renata: Uma leitora linda minha apareceu em um evento numa livraria, se ajoelhou e beijou meus pés, haha. Achei estranho, mas muito fofo, rsrs. <3

DSA: Eu já declarei aqui no meu blog que sou maníaca por histórias, sejam elas quais forem. Conte para nós: de quais livros, séries e filmes você mais gosta? Se você de repente virasse um personagem fictício, em qual desses "mundos" gostaria de estar?
Renata: Além de minha paixão por Harry Potter, eu sou apaixonada também pelos vampiros da Anne Rice (da série do livro “Entrevista com o Vampiro”), mas gosto muito de ler livros de não-ficção também: livros de política, história,sociologia, psicologia, etc! Eles me dão muitas ideias e inspiração para escrever livros cada vez mais profundos e tocantes!
A segunda pergunta é mais difícil de responder. Acho que eu adoraria estudar em Hogwarts, mas, ao mesmo tempo, não sei se eu ia gostar de estar em perigo o tempo todo; inclusive durante as aulas, rsrs. Eu adoraria também passar umas férias em Rivendell (em português, traduziram como “Valfenda”), a cidade dos elfos em "O Senhor dos Anéis". Deve ser o lugar perfeito para se concentrar e escrever! ;-)

Comentário pessoal: se minha irmã estivesse escrevendo aqui comigo, diria que ir à "Valfenda" seria "Legolindo"... hehehe.
Já disse mais de uma vez que adoraria fretar o "Nightbus" e ir com uma galera a Hogwarts, quantos galeões será que seriam necessários? Hehehe.

DSA: Conte-nos uma coisa sobre você que você nunca contou no mundo virtual.
Renata: Acho que eu já salvei uma norte-americana de fazer uma grande besteira. Eu morava nos Estados Unidos e, na faculdade, sentava ao lado de uma americana loirinha na aula de Política Mundial. Era época do Bush e da guerra no Afeganistão e no Iraque, e um dia ela me disse, com toda convicção, que ia largar a faculdade e se alistar no exército americano para “libertar” o Iraque.
Eu corri para casa, imprimi um capítulo inteiro de um livro que falava das intervenções do governo americano em países democráticos para colocar ditadores no lugar de presidentes, e entreguei para ela. Ela leu, ficou chocada, e decidiu que nunca ia entrar no exército: disse que ia sair do curso de Jornalismo e entrar no curso de Ciências Políticas, de tão impressionada que ficou!
Até hoje fico orgulhosa ao lembrar que eu posso ter salvado uma vida. <3
Claro que Saddam Hussein era um ditador, mas o governo americano não estava indo lá para “libertar” os iraquianos, e sim para ter lucro financeiro com o petróleo de lá; e ela percebeu isso e abriu os olhos! Amei *-*

Comentário pessoal: e que bom que você não ignorou e simplesmente continuou a viver, pensando que não deveria interferir por não ser um "problema seu"! Seria a primeira coisa que a maioria das pessoas decidiria fazer; o que é uma lástima, na minha opinião.

DSA: Aqui no meu blog eu tenho umas seguidoras que sempre estão por perto e às vezes me pedem uma ou outra coisa. Os fãs de sua obra costumam perturbar muito ou para você não é nenhum incômodo?
Renata: Eu adoro!!!!!!!!!! Eles são lindos!!!!!!!!! Enviam desenhos, fazem perguntas, dão ideias fantásticas, fazem fanfics maravilhosas, são tudo de bom!

Comentário pessoal: só quem tem lhe perturbado ultimamente deve ter sido eu! Hehehe... não se preocupe, você está oficialmente "livre de mim". Ou será que não?

DSA: Se pudesse mudar alguma coisa na realidade brasileira, o que seria? Por quê?
Renata: Que os brasileiros fossem mais honestos, mais corretos, que eles percebessem que tudo que a gente faz afeta outras pessoas; e aprendessem a agir com consciência e responsabilidade, sempre pensando no outro, e planejando suas ações de acordo com o que afetaria menos outras pessoas, etc. Se os brasileiros pensassem assim, não existiria corrupção, nem incompetência, porque todos estariam trabalhando com o pensamento no bem das outras pessoas. Em suma, educação moral. Isso tudo pode ser aprendido na escola. Não é utopia...

Comentário pessoal: a mais pura verdade. Eu acrescento também que grande parte desse problema de falta de educação moral começa na própria família. Já perdi a conta de quantos casos já ouvi de mães ou pais que deixam os filhos o dia inteiro largados, sem dar a mínima atenção a eles, sem ajudá-los nos estudos, sem educar da maneira correta, sem ligar para o que ele faz ou deixa de fazer na escola e na rua (e nem todos eles se referem a pais que passam o dia inteiro trabalhando). Isso quando não tem uns indivíduos que costumam chamar o filho de "burro", que levam crianças para bailes funk, que xingam feito um marinheiro bêbado na frente deles, que veem a má conduta do próprio filho e pensam: "Onde foi que ele aprendeu isso?" Deveriam é se perguntar: "O que eu tenho feito para que ele chegasse a esse ponto?"
Educação moral pode sim ser aprendida na escola, mas sem existir um suporte familiar envolvido é como se os professores tentassem encher uma garrafa com água usando uma peneira.

DSA: O que acha da situação da literatura brasileira atual?
Renata: Está melhorando. Cada vez mais o preconceito contra a literatura brasileira está sendo quebrado por jovens autores maravilhosos, escrevendo ficção de ótima qualidade. Estou muito feliz com isso. Pena que as livrarias ainda não tenham percebido essa mudança, e escondam os novos livros nacionais no fundo das livrarias (a não ser aqueles que já ficaram realmente famosos). Mas já é um começo!

DSA: Como Potterhead, preciso perguntar para você: se você fosse para Hogwarts, em que casa você acha que o Chapéu Seletor lhe colocaria? Ou você faria como eu, que escolheria direto para ir para a Grifinória?
Renata: Não faço ideia, haha. Já pensei bastante nisso, quebrei a cabeça tentando descobrir, mas não cheguei a uma conclusão. Eu achava que eu era da Corvinal, mas não gosto de enigmas, nem de matemática; em suma, pensamento muito lógico me irrita, haha. Já me disseram que eu era da Grifinória, por ter tido coragem de publicar meu livro e de superar minha timidez e falar em público, etc. Talvez. Pode ser. Acho que, no fim das contas, eu iria para a Grifinória, apesar de não ser corajosa em outros momentos da vida. Eu adoro a Lufa Lufa, admiro muito, adoraria ser bondosa e atenciosa o suficiente para ser lufana; tanto que o personagem favorito do meu livro, o Capí, seria lufano, se fosse para Hogwarts. Os lufanos têm as características dos grandes heróis: lealdade, gosto pelo trabalho, tudo.

Comentário pessoal: gente eu não estou mentido quando digo que escolheria direto ir para a Grifinória. Já contei em outro post que minha conta do Pottermore é da Grifinória porque fui respondendo as perguntas do teste do Chapéu Seletor de uma forma que fosse certo que iria para lá. Inclusive também ajudei minha irmã a entrar na Grifinória, e também ajudei ela a ajudar uma amiga dela (a gente passou as respostas via Facebook). Também já manipulei as respostas para ter uma conta na Sonserina (e sabotar eles por dentro, hehe). Tentei pôr uma na Corvinal, mas acabei indo parar na Lufa-Lufa, só que acabei nem usando essa, não quero sabotar os lufanos. Resumindo: eu jamais poderia saber qual seria a minha casa, pois simplesmente não consigo responder sem deduzir quais respostas levam a quais casas.
E quanto a você querer ser uma lufana, tudo bem, a Lufa-Lufa acolhe a todos "de braços abertos", conforme já foi dito tantas vezes nos livros. É meio o que acontece aqui no Brasil, acolher a todos, né? Rsrs.

DSA: Você tem alguma meta para o ano de 2013? Ou prefere que as coisas aconteçam naturalmente?
Renata: Eu preciso terminar a continuação de "A Arma Escarlate"! Tomara que eu consiga até o final do ano! :-D

Comentário pessoal: consegue sim! Estou torcendo para que dê tudo certo!

E o Kiko?


Essa parte da entrevista consiste no seguinte: eu enumero algumas palavras e o entrevistado marca uma opção de acordo com o grau de importância que isso tem na sua vida.

1 - Internet:
(x) Não vivo sem.
(  ) Me importo.
(  ) Sou indiferente.
(  ) Não me importo.
(  ) Desprezo totalmente.

2 - Lutar pela preservação do meio ambiente:
(x) Não vivo sem.
(  ) Me importo.
(  ) Sou indiferente.
(  ) Não me importo.
(  ) Desprezo totalmente.

3 - Política:
(x) Não vivo sem.
(  ) Me importo.
(  ) Sou indiferente.
(  ) Não me importo.
(  ) Desprezo totalmente.

4 - Esportes:
(  ) Não vivo sem.
(x) Me importo.
(  ) Sou indiferente.
(  ) Não me importo.
(  ) Desprezo totalmente.

5 - Redes Sociais:
(x) Não vivo sem.
(  ) Me importo.
(  ) Sou indiferente.
(  ) Não me importo.
(  ) Desprezo totalmente.

6 - Celular/Telefone:
(  ) Não vivo sem.
(  ) Me importo.
(  ) Sou indiferente.
(  ) Não me importo.
(x) Desprezo totalmente. (mas preciso ter, né? rs)

7 - Televisão:
(  ) Não vivo sem.
(x) Me importo.
(  ) Sou indiferente.
(  ) Não me importo.
(  ) Desprezo totalmente.

8 - Notícias da atualidade:
(x) Não vivo sem.
(  ) Me importo.
(  ) Sou indiferente.
(  ) Não me importo.
(  ) Desprezo totalmente.

9 - Religião/Deus:
(x) Nãovivo sem. (Sou espírita kardecista) :-)
(  ) Me importo.
(  ) Sou indiferente.
(  ) Não me importo.
(  ) Desprezo totalmente.

10 - Livros:
(x) Não vivo sem.
(  ) Me importo.
(  ) Sou indiferente.
(  ) Não me importo.
(  ) Desprezo totalmente.

Ping-Pong:


Agora vamos à um ping-pong, responda com uma palavra (ou uma frase):

Amor - bondade
Se eu pudesse... - ser tão evoluída quanto meu personagem favorito (Capí), eu ficaria muito feliz.
Detesto... - injustiça
Brasil - fantástico
Sucesso - alcançado, é uma oportunidade de inspirar mais pessoas a melhorarem a si mesmos e a melhorarem o mundo.
Um medo - da crítica destrutiva
Um sonho - melhorar o mundo
Essa entrevista para mim foi - excelente
A Arma Escarlate é - minha oportunidade de alcançar as pessoas
A Renata Ventura é - uma aprendiz eterna, como todo mundo!

Muito obrigada, Renata, pela entrevista incrível! Se você leu até aqui, é porque se interessou de alguma forma pelo trabalho da entrevistada, então procure visitar os links abaixo para que você possa saber mais sobre o seu trabalho:


Bienal do Rio, link do evento:

Espero que tenham gostado da entrevista de hoje, ainda não sei quando publicarei outras, mas podem aguardar algo bem especial!

Para conferir todas as entrevistas, clique aqui.

Beijinhos Alados,
2 Comentários
Comentários

2 comentários:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Posts relacionados