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30/05/2013

Entrevista DSA com Wesley de Andrade

Como eu disse mais cedo, agora veremos a entrevista de mais um dos novos escritores que estarão comigo na antologia "Amores Impossíveis" da Alcantis Editora. Como sempre, peço que você leia a entrevista na íntegra; tanto para conhecê-lo, quanto para prestigiar um pouco o seu trabalho. E posso dizer que vale a pena perder alguns minutinhos lendo tanto esta entrevista quanto as anteriores. Mas chega de papo, vamos conhecer o segundo entrevistado de hoje?

Entrevista DSA com Wesley de Andrade: 

Sabe o que eu mais gosto nas entrevistas com escritores? Eles sempre escrevem meu nome do jeito certo! Hehehe... Brincadeira, gente. É aquilo que eu já disse, todos sempre elaboram boas respostas, dá para ver que eles se dedicaram de verdade a responder cada uma das questões.
Depois das entrevistas com a Francine, o Wellington, a Fabiane, a Vanessa e o Ricardo, vamos logo conhecer o Wesley, mais um dos escolhidos a participar da antologia que contará também com um conto meu (contará com um conto parece redundante, não?).
Tive que ativer um pouco meus poderes de "Google Tradutor" durante a edição da entrevista (vocês já entenderão), mas nada muito complicado.
Devo acrescentar também que ele acabou inspirando-me uma ideia genial que vocês saberão daqui a pouco. Eu sou assim, tenho essas ideias fabulosas, não consigo evitar... Hehehe... Mas chega de preâmbulos, vamos começar as perguntas?

Perguntas:


DSA: Antes de tudo, queria parabenizá-lo por estar conosco no livro "Amores Impossíveis"! Como foi para você participar do CLEC? Escrever o conto foi uma tarefa fácil ou exigiu um certo esforço?
Wesley: Também quero lhe parabenizar, afinal de contas você também está na antologia! =D E isso me faz pensar em uma coisa: quem vai entrevistar você? Queremos saber suas respostas também, oras! hehehe
Respondendo sua pergunta, escrever o conto não foi uma tarefa muito fácil. Aliás, eu acho que nunca é fácil. Rsrs. Tem uma frase do Hemingway (um dos meus escritores favoritos) que diz assim: "There is nothing to writing. All you do is sit down at a typewriter and bleed". Eu concordo plenamente com ele, pois comigo acontece o mesmo, e escrever o "Enquanto caem os grãos de areia" exigiu mais 'sangue' do que eu esperava. Ele trata sobre a loucura, um tema que me fascina demais, e eu me entreguei tanto à escrita que quando terminei (ouvindo "Comfortably Numb", do Pink Floyd, repetidamente) minhas mãos tremiam. Rsrs. Considero-o uma história forte e espero que a experiência dos leitores seja tão intensa quanto a minha. Por isso que participar e ser selecionado no CLEC foi uma experiência fantástica pra mim, pois pude ver que essa minha entrega e todo esse meu ‘sangue’ foram valorizados, e não há nada que nos faça sentir mais realizados.

Comentário pessoal: segundo minhas ainda um pouco limitadas habilidades em inglês, a frase "There is nothing to writing. All you do is sit down at a typewriter and bleed" significa: "Não há nada a escrever. Tudo que você faz é sentar-se em uma máquina de escrever e sangrar". Espero que não seja literalmente sentar em uma máquina de escrever... Hehehe...
Quanto a pergunta que ele fez, a princípio eu respondi: "Não precisa haver uma entrevista minha, já respondi algumas em outros blogs e tem tanta coisa sobre mim no DSA que seria praticamente redundante.
Mas um pouco mais tarde fui pensando, pensando... Poxa vida, não seria maravilhoso uma entrevista na qual eu entrevistasse eu mesma? Olha só a loucura da pessoa!
Então decidi: farei amanhã mesmo uma entrevista em que responderei perguntas feitas por mim. Aguardem!


DSA: Agora conte-nos o que levou você a querer ser escritor. Foi um sonho de infância ou algo mais recente?
Wesley: Olha, se foi um sonho, um chamado, uma ideia, sinceramente eu não sei. O que sei é que a escrita sempre esteve presente na minha vida. Desde pequeno me perdia no mundo da imaginação. Era um refúgio perfeito, e quando conheci os livros isso só se intensificou, ainda mais porque o primeiro livro que li, por indicação da minha mãe, foi "O Mágico de Oz". Aliás, devo toda a minha paixão pelos livros (dentre várias outras coisas) à minha mãe, que sempre me apoiou em tudo. Então eu viajei junto com a Dorothy e o Totó naquelas terras. Daí em diante minha mente nunca mais sossegou e eu tive que começar a inventar minhas próprias histórias. Isso se concretizou quando uma professora de português passou um trabalho para nós (na quarta ou quinta série, se não me engano), e deveríamos escrever um livro (na verdade era uma redação grande, mas pra nós, crianças, escrever uma história de 3 páginas já era uma coisa gigantesca hahaha...). Lembro até hoje da história, que se chamava "O Roubo do Pôr-do-Sol", sobre uns ladrões que sequestravam o pôr-do-sol e exigiam a lua como resgate (vai vendo... hahaha!). Enfim, não consigo lembrar de uma época em que eu não estava escrevendo alguma coisa, por mais simples e boba que fosse. É mais forte do que eu. Hehe

Comentário pessoal: queria me lembrar qual foi o primeiro livro que li. Só o que me lembro é que o primeiro que me encantou foi "Corda Bamba" da Lygia Bonjunga Nunes (amo os livros dela), porém, estou certa de que não foi o primeiro lido.
Ah, queria saber mais sobre essa história do "O Roubo do Por-do-Sol"... fiquei curiosa, isso não se faz!

DSA: Agora uma pergunta mais descontraída: tem alguma situação inusitada ou curiosa que você já passou que gostaria de nos contar?
Wesley: Hmmm, tenho várias. Sou conhecido como "Rei do bola-fora" lá onde trabalho... Mas vou contar uma história que não é bem um bola-fora, mas que mexeu bastante comigo e que foi bem inusitada.
Uma noite, voltando da casa da minha mãe (onde costumo passar os finais de semana) para a casa do meu pai (onde moro), fui esperar o ônibus. Estava sentado e sozinho, viajando em pensamentos, quando alguém chegou e se sentou na outra extremidade do banco. Era um velho, e ele estava bêbado. Não dei importância (cada um que cuide da sua vida e eu não sou ninguém para julgar as atitudes de quem quer que seja) e voltei para os meus pensamentos, de cabeça baixa. De repente, o senhor bêbado fala, olhando para frente (não para mim), com uma voz de avô conselheiro, sabe? Ele disse:"Você não deveria ficar de cabeça baixa." Eu olhei para ele, intrigado, mas ele não olhou para mim de volta. Apenas continuou, olhando para um ponto invisível à sua frente: "Uma pessoa não deveria abaixar a cabeça pra nada, nem pra ninguém." Aí ele olhou pra mim: "Tá passando por uma coisa difícil? (e eu estava, mas não respondi, de tão surpreso com a 'conversa'). Se esfole inteirinho passando por esse momento, mas nunca abaixe a cabeça. Você é livre ou não é?". Levantou e foi embora, e o ônibus chegou pouco tempo depois. Por incrível que pareça, levo essa 'lição' comigo até hoje, e foram justamente as palavras daquele senhor bêbado que me inspiraram a ideia do livro que estou escrevendo. Vai entender as loucuras dessa vida... hehe.

Comentário pessoal: #Sinistro! Pelo visto seu livro será bem interessante...

DSA: Eu já declarei aqui no meu blog que sou maníaca por histórias, sejam elas quais forem. Conte para nós: de quais livros, séries e filmes você mais gosta?Se você de repente virasse um personagem fictício, em qual desses"mundos" gostaria de estar?
Wesley: Eita, vamos lá. Você já deve ter percebido que quando começo a falar (escrever, né? haha), vou longe. Então, sou louco por histórias de fantasia (embora não escreva esse gênero), e uma que tem se sobressaído a todas para mim é a "Game of Thrones". Sou absolutamente louco pelos livros/série/game/tudo o que diz respeito a essa história e ao mundo de Westeros e Essos. É engraçado você me perguntar isso, pois justamente essa noite eu sonhei que estava em Westeros, e eu tinha três dragões =D. Mas, para a surpresa de todos, eu não gostaria de ir pra lá. Acho que é um mundo muito hostil para pessoas do nosso tempo. Eu, pelo menos, não duraria nem um minuto. Hahaha. Prefiro ir para Nárnia.

Comentário pessoal: o livro "As Crônicas de Gelo e de Fogo" (e sua sequência) já está na minha lista de futuras aquisições. Também pretendo começar a ver "Game of Thrones", mas por enquanto não dá por causa das reformas do DSA... preciso de um "viratempo" urgente!
Ah, já falei, se você achar uma entrada para Nárnia e não me contar onde é, ficarei profundamente chateada! Hehe...

DSA: Conte-me uma coisa sobre você que você nunca contou no mundo virtual(pode ser qualquer coisa, mesmo que boba).
Wesley: Não gosto de doce de leite (exceto o de Avaré!). Isso é muito ruim? =S

Comentário pessoal: claro que não! Questão de gosto.

DSA: O que você mais gosta de fazer em seu tempo livre?
Wesley: Amo assistir filmes e séries (sigo várias!!!). Ler, nem se fala. Sempre estou com um livro por perto. E, claro, escrever.
Mas outro hobbie que considero tão importante quanto a leitura para mim é a música. Então, nas horas livres, procuro sempre treinar um pouco violão e cantar. Faz bem pra alma. hehe

Comentário pessoal: sou uma frustada da vida por não saber tocar nada... mas vou falar disso com mais detalhes amanhã, aguardem.

DSA: Para você, quais qualidades precisa ter um livro para ser considerado como bom?
Wesley: Olha, essa é uma pergunta bem complexa. A teoria literária aponta várias coisas que fazem um livro ser bom ou não, mas é tudo muito subjetivo. Para mim, um livro é bom quando consegue me prender rápido, não importa o tema. Eu tenho uma regra que chamo de "Regra das 100 páginas": se o livro não me prender em até 100 páginas é: 1) porque eu achei muito ruim mesmo; ou 2) porque ainda não é o momento certo de ler aquela história. Não sei se com todo mundo vai funcionar, mas pra mim sempre funciona. Hehehe. E tenho outra pira: Alguns livros me "chamam". (how crazy is that? Haha). Direto eu vou a livrarias e me pego olhando pra um livro desconhecido de um autor que eu nunca ouvi falar na vida, numa fascinação que não consigo explicar (só sei que tenho que comprá-loe começar a leitura right away. hahaha) E funciona demais: se um livro me "chama", é certeza que vou gostar. Lembro de pelo menos três que conheci assim: "A Garota dos Pés de Vidro", do Ali Shaw; "A história de Edgar Sawtelle", do David Wroblewski; e "O Jogo do Anjo", do Carlos Ruiz Zafón (que não é tão desconhecido assim, mas que me"chamou" do mesmo jeito. hehe). Recomendo os três!

Comentário pessoal: fiquei imaginando o livro realmente te chamando, levantando a mãozinha e gritando "Ei, você!"... Kkkkk...

DSA: Se pudesse mudar algo na realidade brasileira, o que seria?
Wesley: Mudaria essa "facilidade" com que o Brasil abre mão de sua cultura e identidade, se "americanizando" tanto e colocando a desculpa na inevitabilidade da globalização. E isso a gente pode ver MUITO na literatura. É difícil vermos alguém citando um autor nacional ou colocando-o na sua lista de favoritos. Eu mesmo não citei ou recomendei nenhum até agora, pra você ver como essa "estrangeirização" nos afeta. Não condeno isso, afinal de contas é justamente por essa facilidade que temos acesso a tantas coisas excelentes. Mas hoje em dia isso é muito exagerado. Temos que valorizar mais a "prata da casa" e não só pra sermos nacionalistas ou fanáticos pela pátria, mas sim porque temos coisas excelentes por aqui e que ficam no anonimato, infelizmente.

Comentário pessoal: verdade, já falei sobre isso algumas vezes por aqui. Mas dá para notar quando é um gosto pessoal da pessoa, e quando a pessoa é tão alienada que gosta das coisas internacionais simplesmente porque todo mundo gosta. Eu, por exemplo, amo ler os clássicos brasileiros e, já disse, sou fascinada pela Lygia Bonjunga. Mas nem sempre consigo estar lendo estes estilos, também gosto muito de livros em série (como vocês já devem ter notado) principalmente os que tem adaptações para o cinema. O importante é a pessoa saber exatamente "o que" e "por quê" está lendo.

DSA: Você tem alguma meta para o ano de 2013? Ou prefere que as coisas aconteçam naturalmente?
Wesley: Posso dizer que nunca vivo sem metas. Sejam elas a longo ou curto prazo, sempre tenho algum objetivo em mente. Mas para esse ano, quero terminar de escrever o meu livro (até agosto, no máximo) e, quem sabe, publicá-lo. Tenho um sonho (que escritor não tem, né... hahaha) de publicar pela "Companhia das Letras". Mas se isso não se realizar, o que importa é levar a minha mensagem adiante. Hehe.
Em contrapartida, sobre as coisas que não dependem taaaanto assim de mim, gosto de deixar que aconteçam naturalmente. Afinal de contas, quando a vida decide surpreender, ela capricha, não é? hehe

Comentário pessoal: um conselho: não faça expectativas em relação a qual editora publicará o seu livro. Já estou na fase de tentar achar uma e, pode crer, é tão complicado que dói. Não estou em crise, mas se a pessoa não tiver um bom jogo de cintura pode se dar muito mal...

DSA: Se você pudesse ter um superpoder, qual seria ele? Ou não gostaria de ter nenhum?
Wesley: Se eu tivesse um superpoder, gostaria de viajar pelo tempo, talvez como o "Hiro", do "Heroes" (lembra dessa série?). Só de pensar no tanto de experiência e aprendizado que eu conseguiria, no tanto de maravilhas que eu veria pelo mundo, já fico quase em êxtase. Mas posso dizer que eu já tenho esse poder, só que o faço através dos livros e isso já me satisfaz. hehe

Comentário pessoal: eu via "Heroes" sim! Só não cheguei a ver até o final. Se fosse fazer viagens no tempo, preferiria que fosse na TARDIS (já citei isso algumas vezes não é?). Mas seu ponto de vista foi bem legal, realmente através dos livros temos esse "poder" de visitar épocas diferentes, boa resposta!

E o Kiko?

Essa parte da entrevista consiste no seguinte: eu enumero algumas palavras e o entrevistado marca uma opção de acordo com o grau de importância que isso tem na sua vida.

1 - Internet:
(  ) Não vivo sem.
(X) Me importo.
(  ) Sou indiferente.
(  ) Não me importo.
(  ) Desprezo totalmente.

2 - Lutar pela preservação do meio ambiente:
(  ) Não vivo sem.
(X) Me importo.
(  ) Sou indiferente.
(  ) Não me importo.
(  ) Desprezo totalmente.

3 - Política:
(  ) Não vivo sem.
(X) Me importo. (Não tanto quanto deveria, mas me importo)
(  ) Sou indiferente.
(  ) Não me importo.
(  ) Desprezo totalmente.

4 - Esportes:
(  ) Não vivo sem.
(X) Me importo.
(  ) Sou indiferente.
(  ) Não me importo.
(  ) Desprezo totalmente.

5 - Redes Sociais:
(  ) Não vivo sem.
(X) Me importo, mas nem tanto assim. rs
(  ) Sou indiferente.
(  ) Não me importo.
(  ) Desprezo totalmente.

6 - Celular/Telefone:
(  ) Não vivo sem.
(  ) Me importo.
(X) Sou indiferente.
(  ) Não me importo.
(  ) Desprezo totalmente.

7 - Televisão:
(  ) Não vivo sem.
(  ) Me importo.
(  ) Sou indiferente.
(X) Não me importo.
(  ) Desprezo totalmente.

8 - Notícias da atualidade:
(X) Não vivo sem.
(  ) Me importo.
(  ) Sou indiferente.
(  ) Não me importo.
(  ) Desprezo totalmente.

9 - Religião/Deus:
(X) Não vivo sem.
(  ) Me importo.
(  ) Sou indiferente.
(  ) Não me importo.
(  ) Desprezo totalmente.

10 - Livros:
(X) Não vivo sem.
( ) Me importo.
( ) Sou indiferente.
( ) Não me importo.
( ) Desprezo totalmente.

Ping-Pong:

Agora vamos à um ping-pong, responda com uma palavra (ou uma frase):

Escrever é - sangrar a alma no papel.
Fico irritado quando - Não tenho tempo para fazer o que quero.
Família - amizades eternas.
Se eu pudesse... - viveria um "On the road" da vida. rs
Sucesso - Realização.
Um medo - Olhar pra trás e ver que minha vida não valeu a pena.
Um sonho - Viver da arte e ver a aurora boreal.
Essa entrevista para mim foi - Deliciosamente nostálgica. =)
Amores Impossíveis é - um excelente ponto de partida.
O Wesley é - um sonhador incurável.

Muito obrigada, Wesley, pela entrevista incrível! Se você leu até aqui, significa que se interessou de alguma forma pelo seu trabalho, então não deixe de visitar os links abaixo:


Espero que tenham gostado da segunda entrevista de hoje, amanhã teremos a entrevista comigo mesma que será, no mínimo, hilária!!!

Para conferir todas as entrevistas, clique aqui

Beijinhos Alados,
2 Comentários
Comentários

2 comentários:

  1. Ótima entrevista!
    E o Wesley expressou o que certamente todos sentíamos, Sheila! Que você deveria SIM ser entrevistada (rs). Fico feliz por ter aceitado o "desafio" dele (rs).
    Adorei as respostas do Wesley. Algumas vezes, em ocasiões inusitadas, parece que o destino provê o que precisamos e coloca à nossa frente pessoas que nos oferecem as respostas que buscamos. Super interessante a ocasião do bêbado... Mas, pode acreditar Wesley, não seria qualquer pessoa que o ouviria com a atenção e o coração disposto como você. Exige sensibilidade por parte do ouvinte ser capaz de valorizar a sabedoria de alguém. :)
    Parabéns por estar em Amores Impossíveis! Já estou ansiosa para conhecer seu conto, que possui um título tão lindo. Gostei mesmo dele.
    Beijos!

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  2. Grande, Wesley!
    Não apenas respondeu suas perguntas com qualidade, deixando a entrevista bacana, como também deu uma sugestão incrível (meu próximo comentário será na sua entrevista).
    Acho que eu poderia comentar várias coisas nessa entrevista, mas fico com apenas dois comentários: a história desse senhor conselheiro é incrível; e concordo com essa mudança que ele faria no Brasil.

    Beijos, Sheila. E novamente: parabéns para ambos.
    Ricardo - www.blogovershock.com.br

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