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30/05/2013

Entrevista DSA com Ricardo Biazotto

Hoje é dia de Corpus Christi, ebaaa!!! Como no ano passado já falei sobre esse tema, não vou fazer outra postagem repetindo tudo outra vez. Então deixo aqui meus sinceros desejos de que todos nós católicos possamos refletir bastante sobre o mistério da transubstanciação do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, e procuremos estar cada vez mais perto Dele, aprofundando-nos cada vez mais no seu poderoso amor. E se você quiser saber mais sobre o dia de hoje, dê uma passadinha no post do ano passado, clique aqui.

Agora vamos ao assunto de hoje. Como aconteceu na terça-feira, hoje também conheceremos mais dois dos novos escritores que estarão comigo na antologia "Amores Impossíveis" da Alcantis Editora. O primeiro vocês conhecerão agora, a outra entrevista será publicada ainda hoje, às 15:00h. Mas chega de papo, vamos conhecer o primeiro entrevistado de hoje?

Entrevista DSA com Ricardo Biazotto:

O Ricardo disse uma coisa realmente perspicaz num dos e-mails que ele mandou: estas entrevistas também servem para provar que nós não somos concorrentes, somos amigos. E isso é a mais pura verdade, tanto no que se refere a nós, que estaremos na antologia, quanto para os escritores em geral. Pensemos bem: uma pessoa dificilmente gosta de um livro só, e os verdadeiros amantes da literaturas querem ler praticamente tudo. Então por que cada um de nós não podemos apoiar aqueles que compartilham do mesmo sonho?
Também quero ressaltar que ontem foi o aniversário do Ricardo! Por isso, desejo a ele muita felicidade, paz, saúde, prosperidade, amor e todas essas coisas que as pessoas nos desejam quando é o nosso aniversário! Hehehe...
Enfim, depois das entrevistas com a Francine, o Wellington, a Fabiane e a Vanessa, vamos logo conhecer mais um pouco sobre ele que é blogueiro do Over Shock (super parceiro do DSA):

Perguntas:


DSA: Antes de tudo, queria parabenizá-lo por estar conosco no livro "Amores Impossíveis"! Como foi para você participar do CLEC? Escrever o conto foi uma tarefa fácil ou exigiu um certo esforço?
Ricardo: Sheila, desde já agradeço pela oportunidade de participar dessa entrevista, que de uma forma ou de outra tem a intenção de divulgar a antologia “Amores Impossíveis”, que tenho o prazer de participar ao lado de tantos escritores talentosos, inclusive você, claro.
Bom, Sheila, ter seu trabalho reconhecido em um concurso literário, como esse promovido pela Alcantis Editora, é motivo de orgulho para um escritor iniciante, que ainda busca o seu lugar ao sol. Eu vejo com grande entusiasmo a oportunidade dada pela editora e tenho certeza que se ela continuar apostando no CLEC (que já foi confirmado uma nova edição), e em outros possíveis concursos, a literatura brasileira é quem mais tem a ganhar.
Em relação ao conto, a ideia de “Una vita d’amore” surgiu bem antes de a editora abrir as inscrições para o CLEC. Na verdade escrevi uma pequena cena (que esteve presente em outra história) logo que tive essa ideia e posteriormente pensei que poderia transformar uma ideia resumida em algo mais complexo. Foi o que aconteceu. Não diria que foi uma tarefa fácil, principalmente porque mexeu muito com meu emocional. Quem acompanha o meu trabalho há mais tempo reconhecerá o narrador-personagem (que não tem seu nome verdadeiro citado) e saberá que ele possui uma personalidade muito semelhante a minha. Sendo assim, conforme ia escrevendo, sentia como se tivesse vivido tudo aquilo; como se tivesse vivido a vida inteira amando uma mulher, mas sem poder demonstrar esse amor.
Acho que todos nós passamos por isso, e apesar de ficção, na época que escrevi esse conto estava sentindo a mesma angústia do protagonista. E como sou um cara emotivo ao extremo, você pode imaginar a emoção falando mais alto; confesso que até mesmo as lágrimas.

Comentário pessoal: isso é tão "romântico e sentimental" que me dá vontade de vomitar... Kkkk... Liga não, Ricardo, a "Mestre" Sheila aqui não é muito normal não.
Pelo que você falou, já deu uma baita vontade de ler o seu conto, deve estar repleto de emoções fortes! É nessa hora que eu lembro mais uma vez do meu conto besta e em como poderá ser constrangedor vê-lo junto dos demais... desde já peço que me dêem um desconto pois sou escritora de literatura infanto-juvenil fantástica, não de contos românticos!

DSA: Agora conte-nos o que levou você a querer ser escritor. Foi um sonho de infância ou algo mais recente?
Ricardo: Eu estaria mentindo se dissesse que isso era um sonho de infância, mas preciso responder de uma forma mais longa.
Quando era mais jovem sempre gostei de criar histórias e, ao brincar de super-heróis com primos e amigos, era sempre o responsável por elaborar “uma trama” e definir quem iríamos derrotar ou salvar. Acaba sendo engraçado relembrar isso hehe
Algum tempo depois, já nos primeiros anos do Ensino Fundamental, gostava de contar a história de uma das minhas paixões: a Sociedade Esportiva Palmeiras. Sempre pegava algumas folhas, desenhava (ou tentava) jogadores de futebol, a bandeira da Itália, troféus, etc, e escrevia tudo o que sabia da história do Palmeiras, desde a criação por imigrantes italianos, passando também pela Arrancada Heróica de 1942, a Copa Rio de 1951, a Libertadores de 1999 e o fim de um longo jejum em 1993. Mas, eu escrevia o que sabia com a mesma intensidade que jogava tudo fora. Não passava por minha cabeça fazer algo a mais.
Acabei parando de escrever e de contar história, e me foquei em jogos eletrônicos. Só quando tinha alguma decepção amorosa, o que acontecia sempre kkkk, que escrevia poesias e/ou músicas, que eu particularmente odiava, mas outras pessoas elogiavam; diziam estar linda.
Até que em 2009 li Anjos e Demônios, do Dan Brown, e pensei: “Cara, eu preciso escrever uma história”. Na época eu namorava e com a reconciliação após uma briga, decidi que escreveria um livro para ela. Em menos de uma semana o arquivo já estava na lixeira (por favor, leitores, não repitam isso).
Apenas no ano seguinte, dessa vez por influência de Agatha Christie e o seu insuperável Hercule Poirot, decidi que voltaria a escrever. Surgiu então o personagem que citei na questão anterior, que nasceu e passou a conviver comigo diariamente. Ali eu decidi, e não desisti da ideia de escrever um livro. Quanto a se tornar escritor, mais um ano depois, quando fui aprovado na primeira edição do CLEC (e de uma antologia da Andross Editora na mesma semana), percebi que isso era possível e só então escolhi trabalhar com essa arte (já que como músico fui um fracasso).

Comentário pessoal: e que explicação longa, heim! Hehehe... somos dois que gostamos de escrever bastante.
É engraçado como a maioria dos escritores tem essa ligação especial com a criação de histórias desde a infância. Para uns, é mais forte na parte da escrita; para outros, na leitura. No fundo é o que une todos nós.

DSA: Agora uma pergunta mais descontraída: tem alguma situação inusitada ou curiosa que você já passou que gostaria de nos contar (pode ser a primeira que vier a sua mente)?
Ricardo: Não sou um cara com várias situações inusitadas para contar, mas sempre gosto de recordar quando, no III Pin Pin de Literatura “Edgard Cavalheiro”, evento que ajudei organizar no último ano, tive a oportunidade de conversar rapidamente com o poeta Ferreira Gullar e ao meu lado estava a diretora de Cultura da cidade, que disse a ele: “Esse é um dos grandes novos talentos da nossa cidade”. Fiquei muito feliz, surpreso e orgulhoso. No mesmo evento, a própria diretora e sua assistente comentaram com várias personalidades sobre o meu trabalho no blog Over Shock, e na semana seguinte, uma escritora da cidade entrou em contato comentando sobre uma crônica que publiquei em um livro lançado no evento. Uma nova situação que me deixou feliz.
Não diria que são inusitadas, mas jamais esquecerei.

Comentário pessoal: #AchoChicDemais!

DSA: Eu já declarei aqui no meu blog que sou maníaca por histórias, sejam elas quais forem. Conte para nós: de quais livros, séries e filmes você mais gosta? Se você de repente virasse um personagem fictício, em qual desses "mundos" gostaria de estar?
Ricardo: Sheila, atualmente gosto de histórias nos mais variados gêneros, consequência de se ter um blog literário, mas principalmente as histórias de suspense. Para me agradar basta indicar algum livro, série ou filme do gênero — dificilmente vou me decepcionar —, mas especificamente livros do James Patterson, Harlan Coben, Christie, entre outros.
Sobre o personagem, eu poderia citar Hercule Poirot, mas fico com o Kvothe, personagem incrível criado por Patrick Rothfuss na sua trilogia “A Crônica do Matador do Rei”. Ainda não tive a oportunidade de ler o segundo livro, mas Kvothe não precisou de muito para me conquistar.

DSA: Me conte uma coisa sobre você que você nunca contou no mundo virtual (pode ser qualquer coisa, mesmo que boba).
Ricardo: Como comentei sobre minha paixão pelo futebol, acho que posso dizer que sou extremamente maluco quando estou assistindo a jogos do meu Palmeiras, principalmente quando estou sozinho. Sou um cara muito fechado e as pessoas costumam dizer que sou muito sério (já ouvi pessoas na rua cochichando e mostrando-se indignada por minha expressão séria, acredite), mas não me coloque perto de uma televisão em dia de jogo. O Ricardo sério se transforma no Ricardo monstro kkkk

Comentário pessoal: #FiqueiComMedo... Hehehe... na verdade, estou é curiosa pensando em como deve ser...

DSA: O que você mais gosta de fazer em seu tempo livre?
Ricardo: Em um passado não muito distante gostava de ler e escrever, mas atualmente isso faz parte da minha rotina, se não como uma profissão, como uma experiência para o futuro. Desconsiderando a leitura e a escrita, posso dizer que gosto de assistir séries, animes e programas esportivos (com exceção de programas que puxam saco do arquirrival).

Comentário pessoal: pois é, ler e escrever para nós passa a ser um hábito (no meu caso está virando quase uma compulsão, mas é assunto para outro dia). Aliás, tenho vontade de fazer um post sobre como é ser, como diz minha irmã, uma "Cracuda literária". Hehehe...

DSA: O que você acha da situação da literatura brasileira atual?
Ricardo: Acho que está caminhando a passos lentos, mas tem grandes chances de mudar essa triste realidade que trata o escritor (e o artista em geral) como um vagabundo que tem como obrigação buscar uma “segunda” profissão. Em 2010, quando iniciei meu blog, eram pouquíssimas editoras que apostavam em escritores nacionais — lembro apenas da Novo Século, com o selo Novos Talentos da Literatura Brasileira. Muita coisa mudou e a chegada da Amazon ao Brasil também proporciona isso, então sou muito confiante e espero que em breve possamos ser uma referência quando se trata do mercado editorial.

Comentário pessoal: podem crer no que eu digo: a situação brasileira para novos escritores conseguirem publicar suas obras é esmagadora. Eu estou particularmente agoniada. Mas dá pra ver que está progredindo, nem que seja em passos de tartaruga.

DSA: Se pudesse mudar algo na realidade brasileira, o que seria?
Ricardo: Os políticos que atualmente estão no poder. O governo passa a imagem de que as coisas estão melhorando, porém não é preciso muito para ver que isso é uma grande mentira. A saúde tá um bagunça, assim como a educação, a cultura e todos os demais setores. Se mudar a cultura, a saúde sai prejudicada, então acredito que apenas a mudança dos políticos faria a diferença. Não digo na questão partidária, mas mudar no geral. Pena que os brasileiros insistem em colocar pessoas erradas no poder, então só posso mudar essa realidade no meu mundo da ficção. Infelizmente.

Comentário pessoal: desde que comecei a ser obrigada a votar, as eleições tem me feito pensar bastante. O que me revolta é que muitas vezes a competição fica apenas entre dois políticos e somos obrigados a escolher o "menos pior". A cegueira do brasileiro frente aos governantes é algo que, sinceramente, me envergonha.

DSA: Você tem alguma meta para o ano de 2013? Ou prefere que as coisas aconteçam naturalmente?
Ricardo: Não gosto de traçar metas, principalmente pessoais, porém estou pensando muito nos lançamentos das antologias (também vou publicar em uma antologia da Andross e outra da APED, e se tudo der certo na VI Antologia Literária Pinhelanse, organizada pela Casa do Escritor da qual faço parte) e pretendo iniciar a escrita do meu segundo romance o quanto antes. Já começamos a organização da IV Pin Pin de Literatura e da I Semana Edgard Cavalheiro, que também espero ser um sucesso e por isso está entre as minhas principais metas.

Comentário pessoal: estou torcendo para que todas as iniciativas rendam bons frutos!

DSA: Se você tivesse uma máquina do tempo, você voltaria no passado, visitaria o futuro ou ignoraria a máquina e ficaria no presente?
Ricardo: Voltaria ao passado. Apesar de muito emotivo e sentimental, não consigo demonstrar meus sentimentos, então voltaria para o passado para demonstrar o meu amor por pessoas que perdi, devido morte ou não, e para pedir perdão quando achar isso necessário. O grande problema seria conseguir dar um abraço ou dizer um “te amo”.

Comentário pessoal: #Mimimimi... engraçado, ninguém deu uma resposta assim até agora...

E o Kiko?

Essa parte da entrevista consiste no seguinte: eu enumero algumas palavras e o entrevistado marca uma opção de acordo com o grau de importância que isso tem na sua vida.

1 - Internet: 
(  ) Não vivo sem
(x) Me importo
(  ) Sou indiferente
(  ) Não me importo
(  ) Desprezo totalmente

2 - Lutar pela preservação do meio ambiente:
(x) Não vivo sem
(  ) Me importo
(  ) Sou indiferente
(  ) Não me importo
(  ) Desprezo totalmente

3 - Política:
(  ) Não vivo sem
(x) Me importo
(  ) Sou indiferente
(  ) Não me importo
(  ) Desprezo totalmente

4 - Esportes:
(x) Não vivo sem
(  ) Me importo
(  ) Sou indiferente
(  ) Não me importo
(  ) Desprezo totalmente

5 - Redes Sociais:
(x) Não vivo sem
(  ) Me importo
(  ) Sou indiferente
(  ) Não me importo
(  ) Desprezo totalmente

6 - Celular/Telefone: 
(x) Não vivo sem
(  ) Me importo
(  ) Sou indiferente
(  ) Não me importo
(  ) Desprezo totalmente

7 - Televisão:
(  ) Não vivo sem
(x) Me importo
(  ) Sou indiferente
(  ) Não me importo
(  ) Desprezo totalmente

8 - Notícias da atualidade:
(x) Não vivo sem
(  ) Me importo
(  ) Sou indiferente
(  ) Não me importo
(  ) Desprezo totalmente

9 - Religião/Deus:
(x) Não vivo sem
(  ) Me importo
(  ) Sou indiferente
(  ) Não me importo
(  ) Desprezo totalmente

10 - Livros:
(x) Não vivo sem
(  ) Me importo
(  ) Sou indiferente
(  ) Não me importo
(  ) Desprezo totalmente

Ping-Pong:

Agora vamos à um ping-pong, responda com uma palavra (ou uma frase):

Escrever é - uma forma que encontrei para dizer com palavras escritas o que não consigo dizer com palavras faladas.
Não vivo sem... - Os meus livros e a minha Sociedade Esportiva Palmeiras.
Segurança - A certeza de que meu avô, independente de onde esteja, também está ao meu lado.
Se eu pudesse... - agradeceria a Natália Zílio, atleta campeã olímpica e que admiro muito, por ter me mostrado que com esforço e dedicação tudo é possível. Amores Impossíveis é prova disso.
Sucesso - Prefiro que venha acompanhado do reconhecimento das pessoas certas.
Um medo - Solidão.
Um sonho - Viajar para a Itália e conhecer a comuna de Trento (lugar de origem do meu personagem) e a comuna de Brugnera (lugar de origem da minha família).
Essa entrevista para mim foi - uma oportunidade inesquecível de falar sobre o meu trabalho para uma pessoa (Sheila) que está intimamente ligada e ele.
Amores Impossíveis é - uma forma de mostrar que “chorar por amor é a maior prova de que um homem é sim capaz de amar”. 
O Ricardo é - Um cara paranóico e pessimista que ainda assim acredita que o amor é possível, apesar de não ter encontrado sua musa inspiradora (ou ainda não avisaram a ela).

Muito obrigada, Ricardo, pela entrevista incrível! Se você leu até aqui, significa que se interessou de alguma forma pelo seu trabalho, então não deixe de visitar os links abaixo:


Espero que tenham gostado da primeira entrevista de hoje, daqui a pouco conheceremos mais um dos autores que estarão no "Amores Impossíveis"!!!

Para conferir todas as entrevistas, clique aqui

Beijinhos Alados,
8 Comentários
Comentários

8 comentários:

  1. Oi, flor! Gostei da entrevista e das perguntas! O Ricardo é um doce de pessoa e é um bom amigo. Desejo sucesso, tanto para ele quanto para ti!
    Beijo.
    docesabordoslivros.blogspot.com

    ResponderExcluir
  2. Ahhhh bom conhecer mais um pouquinho do meu querido, Ri! Sucesso a você! beijo enorme da sua amiga aqui

    ResponderExcluir
  3. Ahhhhh o Rick, por que será que sempre morro de felicidade quando leio algo sobre ele ou dele?
    Adorei a entrevista.

    Camila Márcia
    @camila_marcia
    De Livro em Livro
    Devaneios Fugazes

    ResponderExcluir
  4. Entrevista incrível! Sucesso Ricardo!
    Ricardo, O Romântico hehehe

    Wellington S.O.

    ResponderExcluir
  5. Além de R de "recalcado" também é R de "romântico"? Essa é novidade.
    Ótima entrevista. Deu para conhecer mais um pouquinho do Rick e ter um pequena ideia do que esperar de “Una vita d’amore” *--*
    Beijos,
    Mari
    http://mundo-da-noite.blogspot.com.br/
    PS.: Cadê o "Gostaria de mandar um beijo para minha diva, Mariana"? Outro que esquece dos primos pobres, tsc tsc hahahahahah <3

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. OBS.: Recalcado de um jeito carinhoso, viu? <3

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  6. Olha que acho que depois dessa entrevista, o Ricardo poderá encontrar sua "musa inspiradora"! (rs)
    Adorei as respostas dele, super simpáticas. Ele gosta de Animes! *chora de emoção* Também sou fã. Também temos em comum o fato de não sonharmos desde a infância em sermos escritores, mas atualmente não vivermos sem esta experiência.
    E só posso concordar com você, Sheila... #AchoChicDemais (rs). A cada entrevista, sinto-me mais e mais honrada por estarmos juntos nessa antologia. Também vejo que não somos concorrentes, mas amigos neste universo literário. :)
    Beijos =*

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  7. Só agora vim comentar e agradecer pela oportunidade de apresentar um pouco mais do meu trabalho, e quem é o Ricardo, para os leitores. Uma das primeiras entrevistas onde posso comentar isso, então pode ter certeza: jamais irei esquecer, Sheila.
    Estou ansioso para conferir o resultado desse nosso trabalho. E como já disse inúmeras vezes, é um prazer enorme estar ao seu lado.

    Muito obrigado também a todos que comentaram ou simplesmente leram a entrevista. Espero que tenham gostado e que me perdoem por falar demais kkkkkk

    Beijos, Sheila.
    Ricardo - www.blogovershock.com.br

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